quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Quando os Poetas pensam na Educação



QUANDO OS POETAS PENSAM A EDUCAÇÃO
Escritora: Glória Kirinus –
DATA: 19 de setembro
Horário: das 13h40 às 17h40
Carga horária total: 5 horas/aula
Vagas limitadas

Glória Kirinus, é peruana, radicada em Curitiba há muitos anos. Pós-doutoranda (C.E.A.Q /Sorbonne - Paris). Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP e mestra em Literatura Brasileira pela PUC-RJ, é autora de diversos livros bilíngües de literatura infantil e juvenil, entre eles: O galo cantou por engano/El gallo canto equivocado, Quando chove a cântaros / Cuando llueve a cântaros, Tartalira/Tortulira, Quando as montanhas conversam, Camelo e o Camelô (O). Bem como os livros Te conto que me contaram, E Aranha Castanha e outras tramas, El Nino, O Sapato Falador, Se tivesse tempo, Sete Quedas, Seta Anões e um Dragão e Lâmpada de Lua. Também é autora do livro livro teórico “Criança e poesia na pedagogia Freinet”.

Glória estará reunida com os professores e alunos dos cursos de Psicopedagogia e Produção e Recepção do Texto, da Pós-graduação das Faculdades Santa Cruz, bem como com os docentes dos cursos de Letras e Pedagogia desta instituição.

Na ocasião, ela discorrerá sobre temas cruciais para a formação de professores. Com grande sensibilidade poética, a escritora nos levará a identificar os “Sintomas de poesia na infância” e a refletir sobre “Quando os poetas pensam a educação”.

O Convite é extensivo a todos os alunos de graduação das Faculdades, bem como à comunidade em geral.

O evento de extensão com Glória Kirinus acontecerá no dia 19 de setembro de 2009, das 13h40 às 17h40, no Campus Sede, totalizando 5 horas de curso. As inscrições podem ser feitas no Protocolo de ambos os campi (Bonat e Sede). Inscrições antecipadas até 11 de setembro terão desconto. Para maiores informações: http://www.santacruz.br/v3/extensao/quando_poetas_pensam.html.

Saiba mais sobre a autora, clicando AQUI!

Valores

(inscrições antecipadas até 11/09)
R$10,00 [para alunos regulares das Faculdades Santa Cruz]
R$12,00 [para a comunidade]

(inscrições de 14/09 a 18/09)
R$12,00 [para alunos regulares das Faculdades Santa Cruz]
R$15,00 [para a comunidade]

Local: Auditório das Faculdades Santa Cruz – Campus Sede
Rua Afiffe Mansur, 565 – Novo Mundo

Inscrições: no Protocolo (Campus Bonat e Campus Sede)
Informações: 3346.1414, ramal 208

II Conferência Municipal de Cultura de Curitiba

O presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Paulino Viapiana, abre neste sábado (19), às 9h, a II Conferência Municipal de Cultura. A solenidade contará com a presença de representantes do Ministério da Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura, além de representantes da Câmara Municipal, Assembléia Legislativa e Câmara Federal. A iniciativa da Prefeitura Municipal é uma das etapas preparatórias para a II Conferência Nacional, a ser realizada em Brasília, de 11 a 14 de março de 2010.
Na conferência municipal serão discutidas propostas para o setor cultural e eleitos delegados para a Conferência Estadual, que por sua vez constitui a segunda etapa preparatória para o encontro nacional. Estão inscritos para participar dos debates e das votações aproximadamente 200 pessoas, entre artistas, produtores culturais, representantes de órgãos públicos e de instituições ligadas à área cultural. Os inscritos terão direito a voz e voto nos grupos temáticos e nas plenárias. Os grupos estarão reunidos a partir das 13h30 para formulação de estratégias e eleição de delegados, que serão aclamados no final da tarde em plenária.
Os participantes serão distribuídos, conforme sua opção de inscrição, em cinco grupos de discussão, cada grupo referente a um eixo temático. A próxima conferência nacional terá como tema “Estado e sociedade construindo políticas públicas de cultura” e se desenvolverá sob cinco eixos: “Produção simbólica e diversidade cultural”, “Cultura, cidade e cidadania”, “Cultura e desenvolvimento sustentável”, “Cultura e economia criativa” e “Gestão e institucionalidade da cultura”.

A primeira Conferência Municipal foi realizada em 2005, quando Curitiba também levou delegados e propostas para a Conferência Nacional. Na ocasião, o município assinou um protocolo confirmando a sua inserção no Sistema Nacional de Cultura. Muitos dos requisitos para fazer parte do sistema já foram cumpridos por Curitiba, como a criação do Conselho Municipal da Cultura, a disponibilização de um Fundo Municipal de Cultura e a elaboração e desenvolvimento de um plano de cultura.

O objetivo dessa nova discussão é debater e propor estratégias para a construção de políticas transversais entre municípios, estados e governo federal, estabelecendo diretrizes nacionais para a cultura, assim como as existentes na área da saúde e da educação.

Confira os documentos abaixo:
Regimento Interno da II Conferência Municipal de Cultura
Regimento da II Conferência Estadual de Cultura
Regimento da II Conferência Nacional de Cultura
Texto-base da II Conferência Nacional de Cultura


Serviço:
II Conferência Municipal da Cultura
Local: Memorial de Curitiba – (Rua Claudino dos Santos, 79)
Data e horário: 19 de setembro (sábado), a partir das 9h
Informações: conferenciainfo@fcc.curitiba.pr.gov.br

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba.

Aconteceu em Maringá: Sessão Magna da Academia de Letras de Maringá

A Academia de Letras de Maringá – ALM – nasceu no dia 7 de setembro de 1997, em memorável reunião da entidade que lhe serviu de ventre e berço: a União dos Escritores de Maringá – UEMA.

Aconteceu em Maringá no dia 11 de setembro passado: Sessão Magna da Academia de Letras de Maringá, destinada à comemoração de seu 12º aniversário, posse da diretoria para o biênio 2009/2011, entrega do título de Membro Correspondente à escritora Neide Rocha Portugal, da UBT de Bandeirantes – PR, e entrega de títulos de Membros Honorários aos acadêmicos: Wanderley Vieira, Wall Barrionuevo e Nilton Tuller.
O encerramento da solenidade deu-se com o Coro Cênico do Colégio João de Faria Piolli, sob a direção da professora Goretti Maranho, que brindou os presentes com uma belíssima apresentação lítero-musical.
Saiba mais sobre a Academia de Letras de Maringá, clicando AQUI!

7ª. GESTÃO – Biênio 2009/2011
Posse: 11/09/2009

Diretoria
Presidente de honra: Antonio Augusto de Assis
Presidente: Olga Agulhon
Vice-presidente: Jeanette Monteiro De Cnop
Secretária geral: Maria Eliana Palma
Primeira secretária: Florisbela Margonar Durante
Segundo secretário: Rogério Recco
Primeiro tesoureiro: Agostinho Alberto Paco
Segunda tesoureira: Maria Arlene Lima
Orador: Ademar Schiavone
Primeira bibliotecária: Nilsa Alves de Melo
Segunda bibliotecária: Hulda Ramos Gabriel

Conselho Fiscal
Antonio Roberto de Paula
Armando Bettinardi
Nelson Maimone

Suplentes do Conselho Fiscal
Antonio Mário Manicardi
Cônego Benedito Vieira Telles
Darcy Berbert de Andrade

Assessorias
Assessor de Imprensa: Jorge Fregadolli
Assessora Social: Agenir Leonardo Victor
Assessor Jurídico: Ulisses Maia
Assessora de Eventos: Ivana Martins
Colaboração: A.A.Assis

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria - Edição 2009

Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria - Edição 2009.Prêmio Pontos de Mídia Livre do Programa Cultura Viva e Mais Cultura

Seleciona obras literárias nas categorias:
Haicai, Trova, Soneto, e Verso Livre.

Regulamento

1 - Objetivo
Institui-se pelo presente regulamento a segunda edição do projeto “Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria”, que objetiva selecionar 102 (cento e duas) obras literárias nas categorias Haicai, Trova, Soneto, e Verso Livre, escritas na língua portuguesa e observadas as regras previstas neste documento. A iniciativa, além de abrir espaço para novos escritores, visa aproximar as obras poéticas do público, despertar o gosto pela leitura e o interesse das pessoas pela poesia, fazendo a literatura circular. O projeto está sendo viabilizado por meio do 1º Prêmio Pontos de Mídia Livre do Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura (MINC) em parceria com o Instituto Aprender Profissionalizar (organização não governamental), sediado em Belo Horizonte.

2 - Dos participantes e categorias
O projeto é aberto ao público em geral. O tema é livre e cada participante poderá se inscrever com até três poemas em cada categoria, a saber:

• Haicai – poemas de 03 (três) versos.
• Trova – poemas de 04 (quatro) versos.
• Soneto – poemas de 14 (quatorze) versos.
• Verso Livre – poemas de até 30 (trinta) versos.

3 - Da seleção dos poemas
Serão selecionados 102 poemas, divididos nas categorias abaixo:

• 42 (quarenta e dois) na categoria Haicai;
• 12 (doze) na categoria Soneto;
• 36 (trinta e seis) na categoria Trova.
• 12 (doze) na categoria Verso Livre;

A Comissão Organizadora reserva-se no direito de alterar este número, para mais ou para menos, levando em consideração o número de trabalhos inscritos, para cada modalidade, tiragem das embalagens, entre outros fatores que possam interferir na disposição/impressão dos poemas.
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4 - Das formas, apresentação e prazos de inscrições
Por e-mail: As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail paoepoesia2009@gmail.com, até à zero hora do dia 30 de setembro de 2009 (quarta-feira). Veja, abaixo, como se inscrever:

• No campo “ASSUNTO”, o participante deverá mencionar a categoria a qual está se inscrevendo. Por exemplo: TROVA.

• O participante deverá anexar dois arquivos no formato Word: o primeiro (anexo) deverá conter o título, o pseudônimo e o poema digitado (fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 – entrelinhas 1,5). Caso não tenha título, o poema deverá ser intitulado com o primeiro verso do mesmo.

• O segundo (anexo) deverá conter o título do poema, o pseudônimo, nome completo do autor, endereço residencial, e-mail e telefones do participante (não esquecer o código de área).

Pelos Correios: As inscrições são gratuitas e os trabalhos deverão ser enviados para: Coordenação do projeto Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria – Edição 2009 – Prêmio Pontos de Mídia Livre. Rua Caparaó, nº 250, bairro Monte Castelo – Contagem/MG – CEP: 32.285-080.
O poema deve ser digitado no formato Word (fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 - entrelinhas 1,5), contendo o título e pseudônimo, e encaminhado dentro de um envelope de tamanho grande. Além do poema, o envelope em tamanho grande deverá conter um envelope em tamanho pequeno, devidamente lacrado, identificado em seu exterior com:

• Título do poema.
• Pseudônimo do autor.
• contendo no seu interior: título do poema, pseudônimo, nome completo do autor, endereço residencial, e-mail e telefones do participante (não esquecer o código de área).

No caso de envio pelos Correios, a data carimbada pela agência deve registrar que a postagem foi feita, no máximo, em 25 de setembro de 2009.

A Comissão Organizadora não retirará documentos em agências dos Correios, transportadoras ou similares.

Trabalhos inscritos fora das orientações e dos prazos estabelecidos neste regulamento estarão automaticamente desclassificados.

5 - Das regras de participação
É vedada a participação dos membros da Comissão Organizadora, bem como dos que integrarão a Comissão Julgadora.

Cada autor poderá participar em mais de uma categoria, utilizando-se de um único pseudônimo para todos os trabalhos apresentados.

É responsabilidade exclusiva do autor inscrito, a observância e regularização de toda e qualquer questão relativa a direitos autorais.

A Comissão Organizadora não se responsabiliza por eventuais erros/falhas de sistema e que porventura inviabilizem a participação via e-mail, extravios ou quaisquer outras despesas relativas à inscrição.
Ao se inscreverem, os participantes autorizam automaticamente aos organizadores a utilizar, editar, publicar, reproduzir, por meio de jornais, revistas, televisão, rádio e internet, imagens, conteúdos e qualquer informação, sem restrição de espécie alguma.
Os participantes assumem total responsabilidade pela obra inscrita, na segunda edição do projeto Pão e Poesia, no que se refere a plágios, cópias indevidas e demais crimes previstos na Lei de Direitos Autorais.

Ao se inscrever por e-mail, o usuário receberá confirmação automática de sua participação, sendo assim, mensagens postadas no respectivo endereço eletrônico serão desconsideradas.

Efetivado o recebimento dos originais pela Comissão Organizadora, por e-mail ou pelos Correios, não serão aceitas solicitações de alterações nas obras e documentos.

A participação no projeto “Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria” implica a aceitação irrestrita deste regulamento.

6 - Do julgamento e resultado final
Os trabalhos inscritos serão encaminhados à Comissão Julgadora, sendo esta formada por profissionais com reconhecida capacidade na área, cuja decisão será soberana, não cabendo qualquer recurso aos resultados por ela indicados.
Os trabalhos serão julgados com base nos critérios de criatividade, qualidade técnica do texto, domínio da língua portuguesa e pertinência com o tema proposto pelo autor.

Os poemas selecionados e seus respectivos autores serão divulgados no dia 08 de outubro de 2009, a partir das 9h30, nos sites
http://www.paoepoesia.org/ e http://www.iaprender.blogspot.com/.
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7 - Da premiação e publicação dos poemas
A premiação da segunda edição do projeto “Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria”, nas categorias Haicai, Trova, Soneto e Verso Livre, ocorrerá exclusivamente pela publicação dos poemas nas embalagens.

Os autores publicados nas embalagens cedem os respectivos direitos autorais quanto à exposição e publicação, nos prazos e condições legais, e concordam em permitir a utilização de seus nomes para a expansão e divulgação do projeto, sem que isso represente qualquer ônus para os promotores.

As embalagens serão distribuídas gratuitamente, e, preferencialmente, às padarias localizadas nas periferias de Belo Horizonte e nas cidades da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Para o lançamento da segunda edição, estuda-se a possibilidade da realização de sarau poético, podendo inclusive contar com a presença de alguns dos poetas participantes.

O autor de cada trabalho selecionado para publicação receberá 05 (cinco) unidades das respectivas embalagens.

A tiragem prevista é de 120 mil embalagens, com possibilidade de até 500 mil impressões.

8 - Disposições finais
Os trabalhos enviados não serão devolvidos. Os participantes assumem total concordância com as regras do regulamento e autorizam a publicação de seus trabalhos nas embalagens, produto final do projeto Pão e Poesia – em qualquer esquina, em qualquer padaria, a ser realizado em parceria com o Instituto Aprender Profissionalizar (IAP) e viabilizado pelo Ministério da Cultura (MINC). A Comissão Organizadora decidirá sobre os casos omissos a esse regulamento. Ressaltamos a importância de se manter o endereço eletrônico atualizado, pois o contato da organização com os participantes será via e-mail.
Esclarecimentos de dúvidas poderão ser obtidos pelo e-mail paoepoesia2009@gmail.com, com o assunto Prêmio Pontos de Mídia Livre.

Contagem, 1º de setembro de 2009

UBT – Seção de Curitiba: Reunião Setembro/09


Convidamos os trovadores, poetas e amigos simpatizantes da trova, para a reunião mensal da UBT - Seção de Curitiba, dia 19 de Setembro de 2009, às 14h30m, no Auditório Nobre da Casa do Expedicionário. Praça do Expedicionário s/n – Alto da XV.

*Lançamento do Livro “Harmonia” de Vidal Idony Stockler
* Homenagem à trovadora Marita de França (In Memorian)

O tema para o concurso interno do mês de Setembro é: SOLDADO

Participe com uma trova inédita, entregando-a até o término da reunião, pelo sistema de envelope 8 cm X11cm (sem identificação externa)
Participe das revoadas, declamando trovas com temas de Agosto e Setembro.
SUA PRESENÇA RENOVA A TARDE DA TROVA
Maria da Graça Stinglin de Araújo
Presidente
ubtsecaocuritiba@hotmail.com
mariastinglin@hotmail.com
Fone: (41) 3078-2151

TEMAS REVOADAS
:

Dia Temas para o mês de Setembro
01 - ... Início da semana da Pátria, ... do Profissional de Educação Física
03 - ... das Organizações Populares, ... Nacional do Biólogo,... do Guarda Civil
05 - ... da Amazônia, ... do Irmão
06 - ... do Barbeiro, ... do Alfaiate
07 - ...da Pátria, ... da Independência do Brasil (187º ano), ... do Grito dos Excluídos
08 - ... Mundial da Alfabetização, ... Nacional de Luta por Medicamentos
09 - ... do Veterinário, ... do Administrador de Empresas
10 - ... Mundial de Prevenção do Suicídio
11 - ... da Lei de Imprensa
14 - ... do Frevo
15 - ... da Musicoterapia, ... do Musicoterapeuta
16 - ... Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio
17 - ... do Transportador Rodoviário de Carga
18 - ... dos Símbolos Nacionais, ... da TV Brasileira, ...do Perdão, Início da Semana Nacional do Trânsito
19 - ... do Ortopedista
20 - ... do Engenheiro Químico, ... da Revolução Farroupilha
21 - ... da Árvore, ... do Rádio, ... do Radialista, ... do Fazendeiro, ... Nacional de Luta dos Portadores de Deficiência, ... Mundial do Mal de Alzheimer, ... Internacional da Paz das Nações Unidas
22 - ... do Técnico Agropecuário, ... da Banana, ...Internac. da Cidade sem Carro. Início da Primavera
23 - ... Internacional da Memória do Comércio dos Escravos e sua Abolição
24 - ... do Soldador
25 - ... da Radiodifusão, ... Mundial do Coração, ... Nacional do Trânsito
26 - ... Internacional das Relações Públicas
27 - ... Internacional do Idoso, ... Nacional do Surdo, ... do Encanador, ... da Caridade, ... Mundial do Turismo, ... da Bíblia
28 - ...do Hidrógrafo
29 - ...do Petróleo, ... do Pára-quedista, ... do Anunciante
30 - ... da Secretária, ... da Navegação, ... Mundial do Tradutor
Fonte: Almanaque Santo Antônio

* Mande sua trova, ela será lida durante as revoadas

Revista Escrita chega na oitava edição

Escrita chega na oitava edição com muita crítica, arte e reflexão


Ser um canal de expressão de gente que, profissional das artes ou não, coloca suas inquietações e anseios com maestria singular. Com este propósito a Revista Escrita chega à sua oitava edição. Gravuras, fotografias, crônicas, contos e poesias narram estórias e sonhos de pessoas que habitam diferentes pontos do globo, mas que unem seus devaneios nas páginas da revista.

Servente de pedreiro, poeta, estudante, desenhista, jornalista, servidor público, músico, artista plástico e fotografo são alguns dos profissionais que colaboram para a edição. Os textos e imagens são temperados com reflexões, críticas e (in)certezas do mundo, do cotidiano, das pessoas, do futuro. É como está estampado na página de abertura da revista 8, onde a poesia da paranaense Alice Ruiz empresta sua musicalidade para lembrar: "...tem palavra louca pra ser dita, feia, bonita, e não se fala. Tem palavra pra quem não diz, pra quem não cala..."

De autores consagrados, Escrita também resgata o resultado de uma parceria criada por contemporâneos de Ruiz, ainda na década de 70. O conto "Ossos do Ofício", de Fábio Campana, finalmente recebe os desenhos criados, à época, especialmente para ilustrá-lo pelo pintor curitibano Rogério Dias. Mais de trinta anos depois e inéditos, eles finalmente também passam a contar uma história curiosa de futebol e brasilidade.

IGUAÇUENSES - A revista Escrita tem sempre o seu recheio iguaçuense. Luciana Chiyo é uma das participantes desta proposta cultural. A fotografia da veterinária ilustra a capa da revista. O retrato é fruto da oficina de fotografia realizada pela Associação Guatá no primeiro semestre deste ano. Para Luciana, aliar o hobby de fotografar com a paixão pela observação de aves de vida livre tem sido uma experiência muito gratificante. Um outro iguaçuense, Dilson Paulo, representa a movimentação dos seres humanos em busca de lugar perfeito “Esse desenho eu fiz na década de 80, via as pessoas indo embora, outras chegando. Outra coisa, você pode ver que meu traço é bem simples. Tenho uma preocupação com a coletividade”. Dilson é artista plástico e servidor público em Foz do Iguaçu. Essa temática social o fez vizinho das poesias do jornalista Gilmar Piolla no miolo da edição.

No seio desta edição, além de toda essa diversidade artística, o leitor encontrará preocupações com o processo cultural em si em três artigos. No primeiro, Wemerson Augusto registra a importância dos 20 anos de existência da Livraria Kunda, a mais antiga de Foz do iguaçu e que mantém compromissos bem nítidos com a democratização da cultural iguaçuense. Já o poeta e arquiteto baiano, Almandrade, discute a idéia de cultura dentro do planejamento das cidades. Questiona entre outras coisas se a finalidade desta nos projetos burocráticos não é apenas mais um produto a ser adaptado consumido. Finalmente, na seção Um toque, a portoalegrense Vania Piorezan trata da criação artística no processo educacional.

A VIABILIZAÇÃO - A Revista Escrita é assim um mosaico criado graças a colaboradores como os já citados. No entanto, sua concretização a cada número aposta também na sensibilidade daqueles que acreditam que a cultura sirva para efetuar mudanças na cidade em que vivem e empreendem suas atividades.

Eliandro Avancini, por exemplo, é um professor da rede estadual que, além de se utilizar de cada edição para discutir arte e expressão literária com seus alunos, auxilia na venda avulsa de exemplares para seu núcleo mais restrito de vivência. "É um esforço pequeno, mas simboliza a nossa simpatia por ações que popularizam a cultura", diz ele.

O empresário Luciano Leite é outro leitor que virou entusiasta do projeto. Luciano é um dos proprietários das Óticas Lunelli, parceira de primeira hora da Escrita. Para ele, a contribuição é uma forma de manter viva a chama da cultura local. “Apoio não só porque a nossa empresa será relacionada ao incentivo à cultura, num bom apelo de marketing. Mas mais do que isso, eu tenho o prazer em poder colaborar, por que eu gosto da revista. Tenho o hábito e prazer pela leitura, quero que mais pessoas também possam sentir o mesmo”, revela.

A edição 8 da revista Escrita pode ser adquirida na Livraria Kunda, Banca Caruso, Sebo Foz e Sebo Cultural, Restaurante Boa Mesa, Restaurante Dell´Atos, Bar Zeppelin, Bar Casulo ou, ainda, sob pedidos diretos à Associação Guatá, através do email guata@guata.com.br. O preço de cada exemplar é de R$ 5,00.

Acontece Pelo Brasil: O prazer da leitura e a coragem de mudar o mundo

Acontece pelo Brasil.
Artigo Publicado no Blog Pele sem Pele.

Por Lau Siqueira.
Não são raras as vezes que me pego pensando no que se deixa de fazer com a pálida alegação da falta de recursos financeiros. Algumas experiências colhidas ao longo da vida me provaram que para algumas das questões mais significativas para um ser humano e para a sociedade, não é preciso recurso algum. O que precisamos é de atitude. O principal recurso é a nossa vontade. Uma das experiências concretas que me faz pensar assim é a existência da Biblioteca Cactus. Uma instituição comunitária criada e mantida por duas mulheres, Nina e Edeusa, em Mandacaru, um dos mais tradicionais bairros populares de João Pessoa. Para montar o acervo, certamente, Nina e Edusa, contaram a com a responsabilidade social do maior sebo da América latina, o Sebo Cultural com sede na cidade. De lá para cá elas vem aumentando o acervo, articulando atividades que mantém viva uma das maiores e mais importantes Bibliotecas Comunitárias do Nordeste. Experiências assim abundam pelo Brasil, sem muita visibilidade, mas esbanjando coragem. Aqui e ali chegam histórias que impressionam e me fazem pensar nos oportunistas de carteirinha que mexem os quadris em suas articulações, atrás das “facilidades” dos recursos públicos para a execução de projetos culturais e educacionais de consistência duvidosa.

Tomei conhecimento de outra experiência que também me impressionou bastante. Um catador de papel, em São Paulo, conseguiu reunir mais de 16 mil títulos catados no lixo residencial da cidade. Ele montou uma biblioteca num prédio abandonado, onde atende milhares de adultos e jovens que, certamente, a partir da leitura vão traçando uma nova perspectiva e um novo horizonte para as suas vidas. Boas experiências abundam pelo país. Aqui em João Pessoa, os projetos Tome Poesia e Tome Prosa, coordenado pelo poeta Antônio Mariano, provoca a leitura de poemas e textos em prosa no bar Noites Cariocas. Já a atriz Suzy Lopes mantém o projeto Café em Verso e Prosa no Empório Café, um dos mais agradáveis bares da praia de Tambaú. Nara Limeira, mestre em literatura e mestre na vida, conduz o projeto Palavra Plantada no agradável Parque Arruda Câmara. Projeto semelhante é mantido pela poeta Idalina de Carvalho, em uma praça de Cataguases-MG. Em São Paulo, Andréa Schmitz mantém o blog “Nosso Clube de Leitura” e um grupo de leitura na região onde vive. Nestes dois primeiros parágrafos fiz questão de citar alguns projetos grandiosos que não dependem de recursos financeiros de qualquer ordem para uma existência de absoluta consistência e coerência. Então me pergunto: o que impede avançarmos ainda mais, sabendo como sabemos que a leitura gera cidadania?

Somos um país com 16 milhões de analfabetos absolutos, ainda. Isso representa 9% da população. Brasileiros e brasileiras de até 15 anos ou mais que não conseguem sequer pegar um transporte público, sem ajuda de terceiros. Não quero ser catastrófico. É inegável que estamos avançando. Mas, tudo precisa ser pensado milimetricamente em termos de políticas públicas para, no mínimo, os próximos 20 anos. Não penso que possamos erigir políticas e comportamentos transformadores, em tempo mais curto. Se não pensarmos e não agirmos agora, nossos netos viverão a barbárie em toda a sua plenitude.

Num olhar mais atento para os percursos da história, observamos que na última década do século XIX, enquanto o Brasil contava com 87% de analfabetos, a França tinha 90% do seu povo devidamente alfabetizado. A Inglaterra, em 1900, possuía 97% da sua população alfabetizada. Introduzo esses dados para que compreendamos melhor os aspectos culturais da leitura em nosso país. A nação que colonizou o Brasil, Portugal, possuía de 20 a 30% de alfabetizados neste mesmo período. Também os países que traçaram as linhas mais densas da imigração brasileira, como Espanha e Itália, contavam com 50% de analfabetos. Na formação desse quadro, lá pelo século XII, “para ser culto era preciso ter fé.” As universidades eram clérigas. O que acabou produzindo os mendigos mais eruditos da história da humanidade. Os que não se adaptavam à “carreira” religiosa e aos caminhos apontados pela Igreja acabavam perambulando pelas ruas. Como o poeta francês François Villon, considerado um dos precursores do romantismo, nascido em 1432 e sumariamente desaparecido em 1463.

O livro retratos da leitura no Brasil, organizado por Galeno Amorim, ex-secretário de cultura de Ribeirão Preto-SP, resulta de uma pesquisa que nos deixa bastante animados em relação ás políticas de leitura no Brasil. Nos últimos anos temos visto um significativo avanço em diversas regiões. Certamente que ainda temos um longo caminho a percorrer. Precisamos estrutura os avanços em dois dos principais pilares das políticas sociais: educação e cultura. O professor Galeno empreendeu uma experiência referencial em Ribeirão Preto, criando um sistema de bibliotecas públicas. Aqui em João Pessoa, o ano de 2010 vai ser marcado pela inauguração da sua primeira biblioteca pública municipal. Um feito extraordinário para uma cidade de 424 anos de existência. Antes arte do que tarde, já dizia Pedro Osmar.

A pesquisa coordenada pelo professor Galeno nos revela alguns dados animadores e outros assustadores. Por exemplo, é animador o fato de ser Monteiro Lobato o autor mais lido pelos brasileiros. No entanto nos preocupa ser Paulo Coelho o segundo colocado. Isso revela que a leitura, no Brasil, é considerada como geradora de um tipo de status. Geralmente as pessoas procuram os títulos mais vendidos e não os melhores livros. Também é animadora a presença de seis poetas entre os 25 autores mais lidos. Mas, entristece sabermos que o Bispo Edir Macedo é mais lido que Graciliano Ramos, Raquel de Queiroz e Clarice Lispector. É certo que estamos num bom caminho. No entanto surpreende-nos negativamente o fato de ainda contarmos com tantas vacilações em relação às políticas públicas para o livro e para a leitura. Ainda não se reconhece a importância estratégica dessa importante fonte de conhecimento que, na verdade, serve como suporte para qualquer política pública. A leitura possui importância estratégica para as políticas de desenvolvimento sustentável, por gerar uma melhor compreensão da realidade. Por gerar cidadania. As tentativas na área algumas vezes são confundidas até mesmo por “certa qualidade de escritores”, como a possibilidade de editar livros sem acesso ao mercado editorial. O que é lamentável sob todos os pontos de vista. Porque, em geral, se trata de autores que não valem uma publicação. O que deve ficar claro é que as políticas de leitura devem ser voltadas ao leitor e não ao escritor.

Repetindo aqui Roland Barthes, “a literatura possui muitos saberes”. Logicamente que os códigos da leitura não se referem apenas à literatura. Muito menos da boa literatura ou, ainda, aos livros apenas. Não nos referimos aqui aos suportes em um artigo que será publicado virtualmente, em um blog. A realidade é que o livro mais lido no Brasil continua sendo a Bíblia. Ainda bem! Se trata de uma obra de importância inquestionável até mesmo para os “ateus-espiritualistas”, como eu. Sua linguagem carregada de simbolismos é referencial, não tenhamos dúvida, enquanto caminho para uma leitura de qualidade. O que nos surpreende positivamente, também na pesquisa aqui mencionada, é o fato de algumas regiões apresentarem um índice de interesse pela poesia, superior ao interesse pelas leituras religiosas. Isso serve como alerta aos educadores. É fato que a Poesia é porta de entrada para o leitor lúdico e crítico. Não é de graça que se trata de um gênero que conta com a preferência da juventude.

Claro que enquanto temos pessoas empenhadas e, de certa forma, introduzindo o interesse pela leitura enquanto política pública estruturante - até mesmo de uma nova ordem econômica - temos professores como um rapaz chamado Túlio, aqui em João Pessoa. Um “educador” que se notabilizou tristemente por chamar Clarice de Chatice Lispector, no espaço sagrado de uma sala de aula. Isso em uma das mais caras e conhecidas escolas particulares de João Pessoa. Ou mesmo estudantes de Letras que “odeiam” literatura, sustentando esta estupidez, inclusive, em comunidades na rede de relacionamentos, Orkut. Isso nos mostra o quanto é revolucionário defender com veemência o contraponto, nas universidades, nas escolas, nas associações de bairro, nas ONGs, nas ruas...

Está mais do que na hora da Escola Pública (também a escola privada, por que não?) assumir definitivamente o seu papel neste doce e transformador empreendimento. É preciso que se desenvolvam cada vez mais as práticas pedagógicas promotoras da leitura enquanto prazer e não enquanto obrigação de ofício. O papel da escola é fundamental nesse aspecto. Programar políticas de leitura é o que de mais pedagógico pode ser empreendido pelas gestões públicas comprometidas com a formação cidadã das comunidades. Um homem e uma mulher de boa leitura, certamente saberão os melhores caminhos para, tenham certeza, salvar o mundo de uma catástrofe social, econômica, bélica e, sobretudo, humana nas próximas décadas. Para isso não podemos depender dos governos. Estando ou não dentro deles. Como dizia Vandré, “quem sabe faz a hora”.

Nota 1 – A maioria dos dados aqui apresentados foram extraídos do livro Retratos da leitura no Brasil, publicado pelo Instituto Pró-Livro em parceria com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, sob a coordenação de Galeno Amorim, diretor do Observatório do Livro e da Leitura, primeiro coordenador do Plano Nacional do Livro e da Leitura entre outras coisas (o currículum do homem é enorme).

Nota 2 – Registro aqui a minha solidariedade ao poeta paraibano Sérgio de Castro Pinto que teve trechos inteiros do seu livro, Longe daqui aqui mesmo, resultado da su tese de doutorado sobre Mário Quintana, usurpados por uma professora da Universidade de Caxias do Sul. Citar a fonte das nossas pesquisas corretamente é uma questão de honestidade intelectual.

Jornada Paulo Leminski


De 15 a 18 de setembro de 2009
Sala de cusros da Biblioteca do Sesc/ Campo-RJ
Rua Teixeira Franco,38

Realização Jiddu Saldanha.

Nascido na cidade de Curitiba – PR, em 03 de janeiro de 1965. Além de escritor e poeta, Jiddu desempenha a atividade de MESTRE DE CERIMÔNIAS em eventos literários.Foi apresentador do Festival Carioca de Poesia, Simpósio Internacional de Contadores de Histórias, Congresso Brasileiro de Poesia, POETERÊ e em diversos Saraus pelo Brasil com destaque para o Projeto Poesia na Quarta Capa, onde esteve à frente por quatro anos consecutivos, no Espaço Cultural Constituição, no Centro do Rio de Janeiro.

Jiddu K. Saldanha começou sua atividade em poesia a partir de 1992 quando ajudava esporadicamente o poeta SAMARAL na produção do fanzine URBANA que, a partir de 1994, passou a circular como revista.

Em 2001, criou o evento “Poesia na Quarta Capa”, realizado com sucesso no Espaço Cultural Constituição e atualmente no Congresso Brasileiro de Poesia. Os poemas de Jiddu estão circulando pelos seguintes meios:

Internet; através de sites de relacionamento e sites literários:

Jornal RioLetras
coletâneas 1095 dias de poesia (2003) e 1825 dias de poesia (2004), do grupo Poesia Simplesmente,
Cinco Poetas em Amostra Grátis, que se destacou pelo caráter irreverente da idéia e pelo trabalho performático-poético
Ponte de Versos, Uma Antologia Carioca, da editora Íbis Libris, 2004
Do Crepúsculo ao Outro Dia – Livro de Tercetos feito a 4 mãos com o poeta de Amapá Herbert Emanuel – 2005
Antologia de haicais “Poetas do Café” – da comunidade do Orkut: Café Filosófico das 4.Poesia do Brasil Vol. 5 / 2006
Poesia do Brasil Vol. 5 / 2007
Poesia do Brasil Vol. 7 / 2008
Atualmente Jiddu produz audiovisual para divulgar a literatura de forma diferenciada.

Academia Paranaense de Letras Maçônicas: Convida




Academia Paranaense de Letras Maçônicas, convida para palestra a ser realizada dia 25 de setembro de 2009, a partir das 19h30, pelo Desembargador Paulo Hapner, sobre o Processo do Contestado. Após haverá o lançamento de CD com a íntegra do histórico do Processo do Contestado, digitalizado.

Local: Auditório Uninter
Rua Luiz Xavier, 103, centro
Curitiba-Paraná

CONVERSA COM DANIEL FARIA NA PRAÇA DO JAPÃO

Nesta sexta-feira, dia 18, o poeta Daniel Faria conversa com Marilia Kubota no programa Conversa Converso, na Biblioteca Hideo Handa, às 15 horas,no bairro de Água Verde, na cidade de Curitiba.O programa levar artistas da cidade para conversar com estudantes da rede pública de ensino em diversas biblliotecas.Na ocasião, a escritora fará o lançamento do primeiro jornal de literatura japonesa do país - Memai. A Praça do Japão fica na confluência das Avenidas Sete de Setembro e República Argentina.
Marilia Kubota
Escritora e jornalista. Livros publicados: Pindorama (2000,Buenos Aires, poesia,), Passagens (2002,Curitiba,poesia), 8 Femmes (2007,SP,poesia), Antologia da Poesia Brasileira do Início do Terceiro Milênio (2008,Lisboa,poesia), Selva de Sentidos (2008,Curitiba,poesia), Blablablogue (2009, SP, crônicas). Desde 2005 orienta oficinas de criação literária pela Fundação Cultural de Curitiba . Em 2008 organizou o Concurso Nacional de Haicai Nempuku Sato.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

1º Conferência Livre Municipal da Música

Fazendo parte das atividades previstas no regimento da 2º Conferência Nacional de Cultura, será realizada em Curitiba dia 12 de setembro de 2009, das 15h as 20h. No espaço Era só o que faltava, Av Republica Argentina, 1334.

Realização: Fórum Permanente de Música do Paraná, Associação dos Compositores do Estado do Paraná, Ass. Dos Produtores Independentes da Música; Ass. dos Quatro Elementos da Cultura Hip Hop, Ass. Paranaense de Hip Hop, Humaitá, Musin – Museu Independente, Situação. Com apoio do Fórum das Entidades Culturais de Curitiba.

Serviço:
1º Conferência Livre Municipal da Música,
Local: Espaço Era só o que faltava, Av Republica Argentina, 1334.
Data e horário: 12 de setembro de 2009 (sábado), das 15h às 20h.
Inscrições na hora do evento.
Informações: (41) 3342-0826, 96043992. forumdemusica@gmail.com

http://www.fccdigital.com.br/
http://www.fccdigital.com.br/fcc_formulario_conferencia.asp
http://forumdemusica.blogspot.com/
www.cultura.gov.br

Em Destaque: Altair de Oliveira.

Altair de Oliveira nasceu em Panorama-SP em 1961. Foi criado no noroeste paranaense (Xambrê) onde estudou, escreveu seus primeiros versos e trabalhou na lavoura até os 17 anos. Em seguida, mudou-se para o centro-oeste onde permaneceu por 10 anos (Dourados e Campo Grande, Cuiabá, Goiânia e Brasília). Fez suas primeiras publicações, (Fases, 1982 e Curtaversagem ou Vice-Versos, 1988) e freqüentou o curso de direito até o sétimo semestre. Em 1988 mudou-se para Curitiba-PR onde trabalha como técnico em telecomunicações. Morou em várias cidades do Brasil e também no exterior (Minas, RS, SC e SP - Alemanha, Venezuela, EUA, Nicarágua e Bolivia). Publicou seu terceiro livro de poemas O Embebedário Diverso em 1996, com uma segunda tiragem em 2003. Escreveu alguns contos esparsos e resenhas literárias, publicados em antologias e diversos jornais do país. Publicado no ano passado, O Lento Alento é o quarto livro de poemas do autor e reúne seus escritos de 1996 a 2008 e celebra 30 anos da militância do autor na poesia independente.

Alguns poemas de Altair:

EX-CRAVO, ESCREVO...

A musa quando me usa
Me ativa como cativo,
Um serviçal obtuso,
Um apaixonado de ofício.
Eu me dôo todo por ela,
A bela que me escraviza.
Eu me dôo todo à ela,
Tentando mostrar serviço.
Mas sei que sempre me esnoba
E me rouba a alma e o viço.
Me deixa pedindo esmolas,
Me imola num sacrifício...

Altair de Oliveira - In: "O Lento Alento".


CONFLUÊNCIA PASSIONAL

Imaginem rios que se querem
e se esperem presos pelo cheiro
se arrastem tortos pelo mundo
afagando o leito em desespero...

Imaginem rios que se gostem
e se encostem longos de desejo
e se encontrem prontos de ternura
se misturem cada vez mais beijo
e se deixem em êxtase de espuma
troquem águas, algas, mágoas, peixes...
Altair de Oliveira – In: O Embebedário Diverso

PRÉ-TENDÊNCIA A BEM-OLHADO

Veja bem, se me olhares eu tomo forma
Pois teus olhos de luz, se me contornam,
(forma um lar o teu olhar que me contém...)
Me comportam, me alentam e me confortam
Ah, meu bem, vem me ver! Eu me conformo
E me contendo em ser o teu melhor bem!


RENEGADA QUEDA

À certa altura da vida,
onde degraus se degradam,
Eu decido ser de descida,
e, num impulso suicida,
saltar os meus sobressaltos
e descer ao ser que acovardo
tomar-lhe os sonhos que guarda,
usar-lhe as asas rasgadas
e tentar cair para o alto.

Poemas do livro "O Lento Alento" - 2008.

Fontes:
Contemporâneos - Revista de Artes e Humanidades
Germina Literatura
Blog O Lento Alento

I Encontro Nacional de Poesia e Literatura

I ENCONTRO NACIONAL DE POESIA DE SÃO FIDÉLIS/RJ
dias 27, 28 e 29 de novembro de 2009.

REGULAMENTO:


Promoção: Igreja Matriz de São Fidélis
Comissão de Festa de 2009
Patrocínio: GRUPO MPE/SA
Apoio: Governo do Estado do Rio de Janeiro - Prefeitura Municipal de São Fidélis - Site Alma de Poeta - www.sardenbergpoesias.com.br - Jornal Folha da Cidade e Rotary Club de São Fidélis


Modalidades:
1.TROVA (lírica ou filosófica)
2.SONETO (decassílabo)
3.POEMA LIVRE (máximo 40 linhas)

Tema (único) para todas as modalidades: São Fidélis “Cidade Poema” (Nas trovas basta constar o termo “Cidade Poema”. Nos sonetos e poesias, além de “Cidade Poema” deve constar " São Fidélis", mesmo que em versos separados, com abordagens a seus fatos históricos e/ou características da cidade: belezas naturais, economia, praças, ruas, monumentos, costumes etc). A fonte de consulta está disponibilizada no site www.saofidelisrj.com.br, podendo ser pesquisado, também, em qualquer outra fonte como sites oficiais, google etc.

Prazo de postagem dos trabalhos: Os trabalhos só poderão ser enviado via correio e terão que ser postados até o dia 15 de outubro 2009, impreterivelmente. Qualquer trabalho postado com data posterior ao dia 15/10/2009 será desconsiderado.

Endereço para envio dos trabalhos:
Comissão de Festa dos 200 Anos da Igreja Matriz de São Fidélis
Antonio Manoel Abreu Sardenberg
Caixa Postal 122.331 – São Fidélis/RJ – CEP – 28400-000


Normas:

1.Máximo 02 (dois) trabalhos em cada modalidade;

2.Trova: Sistema de envelope (Na dúvida, procure orientação com trovador experiente);

3.Demais modalidades (Poema e Soneto): Coloque em envelope maior o trabalho digitado em papel A4, em duas vias, Times New Roman, corpo 12, usando pseudônimo. Dentro desse envelope, colocar envelope menor (fechado) indicando externamente a modalidade, título do trabalho e pseudônimo, e, internamente, em papel A4, identificação do concorrente: nome, endereço completo, telefone, assinatura e (se possível) e – mail. Os trabalhos (inéditos) não poderão ser divulgados por quaisquer meios, total ou parcialmente, até a entrega da premiação;

4.Premiação: R$ 5.000,00 (cinco mil reais), troféu e diploma para os primeiros colocados em todas as categorias (trova, soneto e poesia); R$ 3.000,00 (três mil reais) e diploma para os segundos colocados em todas as categorias (trova, soneto e poesia) e R$ 2.000,00 (dois mil reais) e diploma para os terceiros colocados em todas as categorias (trova, soneto e poesia). Serão concedidos diplomas aos classificados em 4º, 5º, 6º, 7º, 8º, 9º e 10º lugares em todas as categorias trova, soneto e poesia);

5.Os trabalhos premiados poderão ser publicados em livro, revista ou qualquer outro meio pela instituição organizadora ou pelos patrocinadores;

6.Os autores dos trabalhos premiados autorizam sua publicação conforme especificado no item 5;

7.As decisões das comissões julgadoras serão definitivas;

8.A participação no concurso significa aceitação plena das normas aqui relacionadas;

9.Não poderão participar do concurso qualquer membro da comissão organizadora do evento, patrocinadores e representantes das instituições de apoio ao evento;

10. A solenidade de entrega da premiação ocorrerá em festa programada para o dia 29 de novembro de 2009, na Igreja Matriz de São Fidélis, que este ano está comemorando os seus 200 anos de construção, durante o I ENCONTRO NACIONAL DE POESIA E LITERATURA.

Igreja Matriz de São Fidélis – 200 Anos História e de Fé
pela comissão organizadora:
Antonio Manoel Abreu Sardenberg
Ronaldo Garcia Maia
Heloisa Abreu
Visto: Padre Luiz Carlos Reis Amorim

Telefones para contato: (22) 2758-6829 (Secretaria Municipal de Cultura)
Horário: das 8h às 14h
Endereço eletrônico: saofideliscidadepoemarj@gmail.com
Fonte de consulta: http://www.saofidelisrj.com.br/
Regulamento: regulamento

Curso Modular de Gestão Cultural: Alteração de endereço.

Sexta-Feira dia 11 de setembro
das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30
Módulo 02
Políticas Públicas Para a Cultura
Instrutor: Marcelo Miguel

Sábado dia 12 de setembro
das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30
Módulo 07
Produção Executiva para o Audiovisual
Instrutor: Marcelo Miguel

Em Curitiba
Rua Xv de Novembro 1382 - (Espaço Cultural ASSUFEPAR- QUIXOTE)
(Rua XV esquina com R. Gal Carneiro em frente a Reitoria da UFPR)

Mais informações no site
www.quixoteart.com.br

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Resumo das aulas
Módulo 02 - Apresentação do Sistema Nacional de Cultura e dos principais programas mantidos pelo Governo Federal - Programa Mais Cultura e Programa Cultura Viva (Pontos de Cultura). Entendendo o Fundo Nacional de Cultura e noções gerais sobre os convênios com o governo federal e o funcionamento das emendas parlamentares.

Módulo 07 - Apresentação da Lei do Audiovisual e as principais alternativas para busca de recursos para os projetos audiovisuais. O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). O funcionamento da ANCINE, o registro do CPB e o cadastramento das empresas de produção audiovisual. Noções gerais sobre a produção voltada para o setor do audiovisual.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Centro Paranaense Feminino de Cultura: Eventos Setembro/2009


Para melhor visualizar clique sobre a imagem!

BARONESA DO SERRO AZUL: UMA MULHER DO SÉCULO XIX

CARTA DIRIGIDA AO BARÃO DO LADÁRIO, TRANSCRITA A SEGUIR, FOI LIDA DURANTE A BIENAL DO LIVRO DE CURITIBA EM SESSÃO REALIZADA EM 30 DE AGOSTO DO CORRENTE, A CARGO DO CENTRO PARANAENSE FEMININO DE CULTURA.

DOCUMENTO EXTRAIDO DO LIVRO ‘PARA A HISTÓRIA’ DE ROCHA POMBO. - CARTA ESCRITA EM 1895, PELA BARONESA DO SERRO AZUL, AO BARÃO DO LADÁRIO, LIDA PERANTE O SENADO.

Exmo. Sr. Barão do Ladário: Cumprimentando a V. Exa., espero que me será perdoada esta liberdade com que vou prestar a V. Exa. informações sobre o monstruoso atentado que trouxe em luto eterno o meu lar, para sempre deserto das alegrias que eram para o meu coração de esposa e para a inocência dos meus filhos, hoje órfãos de pai, o único e grato conforto na vida. Aqui, desta sombra de claus¬tro em que sinto minha alma sepultada, e onde a coragem que me resta nasce da própria imensidade do meu sofrimento, eu começo certa, senhor, que a justiça indefectível de Deus está escolhendo entre os puros e os bons deste mundo os instrumentos poderosos de que há de em breve valer-se para a solene separação que se lhe deve na terra. E V. Exa. foi dos primeiros entre esses que em todos os tempos e no meio de todas as nações como que a Providência designa para serem o seu verbo de fogo a falar às almas, a pungir os corações, emocionando os povos, apontando-lhes no céu a cor azul e imaculada da Lei, para que as magistraturas abalem-se e as consciências volvam a ouvir a voz clamorosa dos túmulos, onde o martírio não dormirá eternamente, porque eterna na terra só há de ser a divina soberania do Direito e da Verdade. E desde que V. Exa., justamente assombrado ante o que se passa neste País, está sendo um dos poucos (mas poucos que têm a força das legiões) que se empenham pela desafronta desta geração perante a História, julgo que é do meu dever, e dever piedoso e sano que me e imposto pela me¬mória saudosíssima de meu infeliz esposo, contribuir para que V. Exa. exerça neste momento a heróica e sagrada missão de clamar por desagravo completo à honra e à inocência das vítimas que aqui foram sacrificadas ao furor incontinente e aos desvarios dos homens que já têm a consciência galvanizada pelo mal.
Não repetirei o que por certo V. Exa. já sabe, em relação aos sucessos que desde princípios de 1894 se deram neste Estado; mas em poucas palavras recordarei quanto possa servir para dar uma idéia bem nítida do papel que coube a meu inditoso marido, o Barão do Serro Azul, no meio dos acontecimentos que se desdobraram. V. Exa. de certo já tem notícia das condições em que o então governador deste infeliz Paraná, Dr. Vicente Machado da Silva Lima, abandonara esta capital em janeiro de 94, deixando forças do governo lutando em diversos pontos e sem comunicar essa inesperada resolução sequer aos mais íntimos amigos seus que se achavam na cidade. Curitiba (a mísera Curitiba! - como justificadamente disseram folhas de S. Paulo) ficou inteiramente entregue aos azares do desconhecido; pois o governador, ao retirar-se, nem ao menos incumbira a Municipalidade da polícia urbana! Tribunais, repartições públicas, comércio, oficinas, e as famílias - absolutamente à mercê do primeiro salteio, enquanto a autoridade legal contradizia os seus protestos de véspera fugindo em desespero para o Estado vizinho. É fácil fazer uma idéia da situação em que se viram estas populações, sufocadas de pavor ante os estranhos sucessos que se passavam, e ainda sob as, impressões e suspeitas, que lhes haviam posto no coração transtornado, de que andá¬vamos em vésperas do saque, do extermínio, do arrasamento que pas¬sariam por sobre esta terra com as hostes da revolução.

Em semelhante conjuntura, as classes em que é mais natural e profundo o espírito de conservação recorreram ao único meio que parecia eficaz no sentido de garantir ao menos os direitos primordiais das gentes: isto é, fizeram a escolha de uma comissão que tomasse a si o trabalho de neutralizar, como fosse possível, as violências a que se achava exposta a cidade. Foi assim que meu marido, com ou¬tros membros do comércio e das diversas classes, tomou a si o grande e penoso encargo de colocar-se entre os revolucionários triunfantes e a família paranaense, cuja paz e cujos direitos o governo legal es¬tava impossibilitado de assegurar no momento. A população inteira de Curitiba, os próprios adversários ou desafetos do Barão do Serro Azul ainda podem dizer hoje como e com que sacrifício de sua saú¬de e de seus interesses ele tornou-se o centro e a alma da comissão, agregando tudo, contendo ímpetos, fazendo em suma quanto pudesse atenuar, para o comércio, para a indústria, para a propriedade e para a família curitibana, os efeitos da emergência excepcional em que se via a cidade. Um só documento será capaz alguém de apresentar de que meu marido sequer tivesse simpatias pela revolução. Em vez disso, seria facílimo fornecer provas positivas de que o Barão do Serro Azul, aos próprios chefes revolucionários, nunca dissimulou o seu modo de pensar a respeito do imenso descalabro que a invasão vinha causar ao Paraná e especialmente quanto à eficácia do extremo recurso da revolta como meio de corrigir os erros da tirania e operar o restabelecimento da Constituição e das leis - de modo horroroso subvertidas pelas paixões dos próprios homens que tinham o dever de conservar-lhes imaculada a pureza e majestade intangível. Foi tal, senhor - e o Paraná inteiro aí tereis para confirmá-la -, foi tal a ação exercida por meu inditoso marido nos dias dolorosos em que Curitiba esteve pelo Governo entregue à revolução triunfante, que o comércio, a indústria, a imprensa, todas as classes sociais apontavam-no sempre como o elemento principal da gran¬de força que constituiu-se a égide do direito, da 'Ordem, da tranqüilidade de todos, tanto quanto era humanamente possível naqueles momentos anormais.

"E tão certo e convencido estava o Barão do Serro Azul de que os serviços que prestara pela última vez a esta terra, que tanto lhe mereceu e que por ninguém.. mais do que por ele, foi servida com desinteresse e solicitude indiscutíveis, tão certo, digo, senhor, de que tais esforços seriam reconhecidos e louvados pelo Governo que retomava o seu posto - que absolutamente recusou fazer o que os culpados fizeram. Com calma e até com satisfação e alacridade, esperava, pode-se dizer sorrindo, o Governo legal, a quem desejava até dar contas do modo nobre como soubera zelar do direito, da fortuna e da honra de seus patrícios - honra, direito e fortuna que a autoridade legítima não tinha tido a coragem de amparar e defender.

Mas, logo nos primeiros dias após a chegada das tropas legais, entre cujas fileiras o governador que fugira entrava como um triunfador, meu marido percebeu que os sentimentos dos que voltavam desmentiam toda a convicção com que via restabelecer-se a Lei na terra paranaense, e isto não sem pasmo da população inteira, que supunha-se mais com direito à condolência pelo seu sofrimento, do que no risco de vir a padecer castigos por uma culpa que só o Governo cometera desertando o seu posto de guarda da Lei e garantidor da paz e da ordem. E que julga V. Exa. que fosse o pensamento de que vinha cheia a alma ,dos que haviam fugido?
Não quero alongar-me demais dando conta do que ocorreu, dos excessos de toda ordem que caracterizaram os angustiosos longos primeiros dias da reocupação legal. Um dia, há de haver quem se incumba de dar à América, para escarmento desta geração, uma pintura fiel e minuciosa desses incríveis sucessos, que encheram de mágoa e de santa revolta até a alma dos mais indiferentes, que fizeram esquecer de todos os males, os insignificantes males da revolução!

Para o que me preocupa, é bastante dizer a V. Exa. que entre o assombro que lhe produzia a descaroável e monstruosa conduta que se anunciava contra todos os que não tinham oposto à invasão a resistência da fuga, e a mágoa que lhe calou fundo no coração sentindo ainda uma vez a sua virtude impotente para fazer emudecer a perversidade, a inveja e a calúnia - meu marido cedeu a instâncias da família reservando-se às violências que tinham já começado a ser praticadas contra a população, deve-se dizer, pois os quartéis, os teatros e até casas escolares desta Capital regurgitavam de presos, com toda expansão da ferocidade republicana, semelhante aos instintos daquele deus cujas iras aplacavam-se pela vingança e pelo sangue dos holocaustos. Dessa cautelosa reserva, no dia 10, meu marido saiu, como saíra Jesus das Oliveiras - entregue por um amigo dos muitos em que teve a infelicidade de crer. Já estava em nossa casa muito tranqüilo e confiante na mísera justiça dos homens, e até sem reprimir palavras de elogio ao general Everton Quadros (que o havia apenas pro formula detido sob palavra), quando o coronel Pires Ferreira, acompanhado de outros militares, procura meu marido para uma conferência, conferência esta na véspera anunciada, com todas as seguranças de cordialidade e boa-fé, por parte do comandante do Distrito. Como (talvez pressentindo que aqueles homens traziam para o meu lar a desgraça que aqui está bradando eternamente para o céu) não quisesse eu acompanhar meu marido à sala, após uma prosa cordial e expansiva, tive de ver no recinto interno de minha família aquelas frontes cuja impressão ainda hoje me tortura. E então, meu esposo contou-me que o governador fa2ia uma carga, imensa de responsabiliades contra ele e que por isso devia recolher-se ao quartel no dia seguinte. Sem conter o incômodo que todos deviam ter notado no meu semblante, perguntei logo se era com a prisão que se compensavam os serviços feitos por meu marido a Curitiba, ao que me respondeu o coronel Pires Ferreira: 'Oh, minha senhora, pois V. Exa. esquece que sou o coronel Pires Ferreira, velho amigo do conselheiro Correia e portanto amigo de seu esposo! Senhora Baronesa, tranqüilize-se: o Barão não é preso, o Barão é meu hóspede!

No dia seguinte, meu marido recolheu-se a uma sala do quartel do corpo comandado pelo coronel Pires Ferreira. Ali deu-se a mais plena liberdade ao hóspede, com quem o comandante conviveu na mais perfeita e aparentemente mais cordial intimidade durante 6 dias. A sala em que meu marido foi aposentado tinha janela para a rua e a entrada era inteiramente franca a todos. À noite, o Barão, o coronel e outros oficiais jogavam quase sempre o solo.

Mas ouça V. Exa., ouça, senhor, e diga que não crê para honra da piedade humana: vive ainda o oficial do exército que, compungido, disse uma vez a pessoa de minha família que sentia horror ao ver aquele homem, que tinha conhecimento de tudo que estava para passar-se, e ali a encarar o Barão sem tremer e a tratá-lo de amigo!

Talvez V. Exa. não compreenda ou pelo menos não encontre explicação para as deferências especiais que se tinham com meu marido. Pois bem, agora V. Exa. fica sabendo que o plano era este: instigar no hóspede o desejo de fugir para ser trucidado sem responsabilidade criminal!

Decorridos 4 ou 5 dias, achando-me de visita a meu marido, ouvi do coronel: 'Já sabe, Sra. Baronesa, que conversei hoje longamente com o Barão. Estou ciente do quanto houve por aqui. Deixe tudo por minha conta'. E passado um instante acrescentou: 'E não há de ver, Sra. Baronesa, que o Barão é também religioso! Ironia pungente à fé puríssima e à conhecida religiosidade de meu esposo. E quando confirmei os sentimentos que se estranhava naquele dito, ouvi o coronel Pires Ferreira, ouvi sair dos lábios meio cerrados daquele homem si¬nistro e quase a meia-voz: 'pois que se console... porque Cristo também sofreu...' Tais palavras (e no tom em que foram ditas) arrepiaram-me; entretanto sempre eu entendia que a resignação aconselhada era para aquele sofrimento da prisão. Nesse dia, e sem que a nova me magoasse mais do que era na¬tural (pois o coronel soubera habilmente preparar o meu espírito para ela) tive ciência de que o Barão se passaria para o quartel do 17.°, onde ficaria com outros presos. Efetivamente, no dia seguinte meu marido ia, de carro e com todas as atenções, para a sua nova prisão. Quando ele tomou o carro, o coronel, da janela, correspondeu amavelmente ao seu último aceno de mão, e logo que o veículo partiu - da alma do coronel Pires Ferreira saiu esta frase ouvida por alguns de seus ofi¬ciais: 'Este será liquidado dentro de dois dias... '.
O prognóstico realizou-se com a diferença apenas de um dia. O resto V. Exa. sabe, e eu procuro desviar da minha imaginação aquele trem-esquife que, às 10 horas da noite de 20 de maio de 94, partiu de Curitiba conduzindo o Barão do Serro Azul e seus companheiros de sacrifício.
No momento em que o comboio-tumba partia da estação, o coronel Pires Ferreira achava-se num dos clubes desta Capital e da sa¬cada do prédio houve quem lhe surpreendesse esta frase escapada daquela alma tremenda: 'Oh que inconveniência! Deixarem apitar um trem destes!...'

V. Exa. decerto há de ter tido notícia do modo como se consu¬mou aquela monstruosidade que maculou para sempre a civilização deste país e que não encontra símile na história da humanidade. E não fora a minha fé, senhor, a minha fortaleza moral e a resignação que sinto lembrando-me de Jesus, como se compreenderia que me ficasse ainda, depois de todas estas angústias, este resto de vida e de cora¬gem para resistir à loucura no meio da minha desgraça!
Só alguns dias passados, o boato começou a correr pela cidade; e às esposas aflitas que procuravam o comandante militar para ouvir o desmentido da nova inverossímil, afirmava o general Everton Quadros, com sorrisos nos lábios e com mostras de sinceridade através das quais era impossível perceber um resquício de remorso, afirmava sob sua palavra de honra que os presos haviam seguido para o Rio. . E quando a alma da população inteira foi se enchendo de opressão horrível ante as versões que corriam como um clamor de dies irae, deixando por sobre a Capital do Paraná a sombra pavorosa da agonia e do luto - o general, cuja espada viera restaurar a Lei, mandava que as bandas militares, com o som da música festiva, dispersassem os agouros que suspendiam a vida de um povo, como quem a gritos estridentes espanta uma corvada que fareja matanças! Ao mesmo tempo, senhor, fazia-se declarar às famílias das vítimas que não podiam cerrar as portas nem dar outras demonstrações de luto... sim - visto como era falso o que se falava. . .

Quando, mais tarde, meu procurador pediu na repartição do comando do Distrito a certidão de óbito, esta foi forneci da nestes termos: '0 Barão do Serro Azul foi fuzilado na serra por ter-se revoltado contra a escolta que o conduzia para o Rio'.
O governador deste Estado naquele tempo, V. Exa. sabe também, é hoje senador da república, e com o coronel Pires Ferreira, aí está clamando por que, antes de tudo, se aprovem os atos do marechal Floriano e necessariamente todas as monstruosidades cometidas em nome do vice-presidente da República. Até agora, portanto, os dois homens (homens, senhor!) que fizeram no Itararé o conhecido pacto negro, mantêm-se fiéis ao seu juramento de covardia e de sangue: estão ambos no Senado da Pátria, naturalmente bendizendo a mísera que, como Prometeu aos seus abutres, os alimenta de posição e talvez de fortuna, com o próprio sangue e com a desgraça de seus filhos.

É possível, senhor, que se quisesse contestar esta narração; e V. Exa. compreende que almas assim avassaladas do crime e entregues às convulsões da sua fereza devem ter ainda a serenidade da hiena para o desplante de limpar das fauces o sangue das vítimas. É também verdade que poderiam aludir à minha suspeição de mulher e de viúva, obumbrada pela fatalidade que me feriu. Mas, senhor, o que aí fica - peço a V. Exa. que não esqueça agora - nasce d'alma de uma criatura que tem os olhos voltados para a misericórdia de Deus e que não clama senão pela Justiça, para que o martírio das vítimas não fique pesando sobre os destinos deste pais, em que tenho de deixar os meus tristes filhos. Curitiba, 8 de julho de 1895. - Maria José Correia - Baronesa do Serro Azul.

Fonte:
Centro Paranaense Feminino de Cultura

BATÉIA DE POESIAS

A empresa de comunicação ABCA - Academia Brasileira de Cultura Artística está desenvolvendo o Projeto Viva Arte. O projeto é composto de produções de eventos artísticos nos segmentos da música, dança, teatro e cinema, lançamento de livros, exposições de artes plásticas, fotografia e poesias, além de workshops e palestras em várias áreas do conhecimento. A ABCA lançou em 2006 o livro A ARTE DE VENDER, do cascavelense Cleiton Costa, relançando-o, em segunda edição, no ano de 2007.

A empresa prepara agora o lançamento do livro BATÉIA DE POESIAS que será composto de obras de vários artistas regionais. A publicação do livro conta com o apoio do SindecCascavel-Sindicato dos empregados do Comércio de Cascavel e o lançamento está previsto para o dia 8 de maio de 2010, durante as festividades do 25º Aniversário do referido Sindicato. Os poetas interessados em participar da coletânea deverá manter contato com os organizadores através do e-mail: cleitoncosta1@hotmail.com ou pelo telefone: (45)91012892 com Cleiton Costa para se informar sobre o regulamento.

Informe UBT-Curitiba

Primeiro Informativo 2009, UBT- Seção de Curitiba

A Seção de Curitiba da União Brasileira de Trovadores, lançou nesta semana seu primeiro Informe Trovadores 2009.
Para acessar o informativo clique AQUI ! Faça login no google e divirta-se!!

Abaixo algumas Trovas que fizeram parte da Coletânea de Trovas - Autores Paranaenses - Exposição Trovas e Trovadores na Biblioteca Pública do Paraná Julho/2009.


Da viagem pouco importa
minhas dores e cansaços,
se ao voltar te encontro à porta
a receber-me nos braços!
Amália Max

Quando o assunto exige pressa,
então redobre o cuidado!
“Viver mais” é o que interessa,
mesmo chegando atrasado.
Ângelo Batista

Dois corpos não podem, dizes,
ocupar o mesmo espaço...
Podem, sim, quando, felizes,
se fundem num terno abraço!
Antônio Augusto de Assis

Litorina e pé na estrada,
Curitiba ao litoral...
Ver Morretes na parada;
Paranaguá ao final!
Apollo Taborda França

Distante, senti saudade,
na chegada de setembro
desta querida cidade:
Rua das Flores, bem lembro!
Camilo Borges Neto

Curitiba... inconfundível!
No sotaque, é diferente...
tem pronúncia do “e” audível:
- Leite quente, minha gente!
Cecília Souza Ennes

Curitiba tem seus bares
com requinte de Paris.
Aos boêmios, seus altares,
e aos poetas, lar feliz.
(+) Cecim Calixto

Curitiba, soberana,
terra de muitos amores...
Todos te cantam: Hosana!
Vives vestida de flores.
Cyroba B. Ritzmann

Curitiba, a natureza,
não só te encanta e enriquece,
faz teu encanto e beleza
encantar quem te conhece.
Erielson Vieira

Não pode ser infeliz
o que trova com amor;
quem faz o outro feliz
deixa de ser sofredor.
(+) Harley Stocchero

A saudade rasga o véu
do tempo e traz do passado
minha mãe, que lá do céu,
sempre tem me abençoado.
Horácio F. Portella

Abrindo meu coração,
aos quatro ventos proclamo:
ergui meu lar no teu chão,
és a cidade que eu amo!
Janske N. Schlenker

Um sorriso, ainda que seja
muito breve, de passagem...
É maneira, benfazeja,
de passar uma mensagem.
Jorge de Oliveira

Nos labores desta lida,
venha sempre o que vier,
curvo minha alma rendida
a Deus, que me fez mulher.
Karla C. Bitencourt

Curitiba é capital
de cultura, educação.
É majestosa... Afinal,
um modelo da nação!
Louise F. Thamson

Quem divide os próprios
dias, sem desejo interesseiro,
merece sim, alegrias
e...encontra paz, por inteiro!
Lourdes B. da Porciúncula

Curitibano adotivo,
eu vim cá, para estudar.
Apaixonado aqui vivo;
fiz da cidade, meu lar.
Luiz Hélio Friedrich

Minha mãe já bem velhinha
não controla as emoções
ao soar a campainha
de suas recordações!
Mª Aparecida Pires

Se caem do céu as águas
com tanta beleza e encanto
por que desencanto e mágoas
há nas águas do meu pranto?
Mª da Conceição Fagundes

Escolher rumos amenos,
inovar o dia-a-dia,
errar menos... sempre menos...
também é SABEDORIA.
Mª da Graça Stinglin de Araújo

Num pratinho prateado,
dei-lhe a flor da inspiração.
E você, tão encantado,
deu-me a flor do coração.
(+) Marita Taborda França

Entre o céu, o mar e a terra
habita no Paraná,
a gralha azul que soterra...
o pinhão que brotará!
Mariza S. de Azevedo

Meu amor na mocidade
foi efêmera ilusão;
dele só resta a saudade,
nas cinzas de uma paixão.
Maurício N. Friedrich

Construtor de propriedade,
João-de-Barro, arquiteto
sem cursar a faculdade,
cria e monta o seu projeto.
Nei Garcez

Aconteceu durante a Bienal do Livro de Curitiba: Fotografias.

Album: Entidades Culturais de Curitiba na Bienal


Entidades Culturais de Curitiba na Bienal do Livro

As Entidades Culturais de Curitiba (Centro de Letras do Paraná, Academia Paranaense da Poesia, Academia de Cultura de Curitiba, Academia José de Alencar, União Brasileira de Trovadores, Centro Paranaense Feminino de Cultura, Academia Paranaense Feminina de Letras, Academia Paranaense de Letras e Instituto Histórico e Geográfico do Paraná)em programação conjunta agitaram a Bienal do Livro de Curitiba, para ver as fotos basta clicar na imagem acima.

Album: Lançamentos de Livros

Lançamentos

Durante a Bienal diversos livros foram lançados, veja clicando no album algumas fotos dos lançamentos dos livros de Angelo Batista, Paulo Gomes, Ralf e Marilisa.

Album: Literomania

Literomania


A Revista Offline de São Paulo representada pelo seu editor-chefe Ricardo Peruchi, realizou durante a Bienal o Sarau Literomania, com a participação de poetas curitibanos, com a articulação destes organizada pelo poeta Altair de Oliveira. O evento foi ótimo para a “descoberta” de novos poetas, novas sensações, bem com a interação entre eles e, claro, a divulgação de seus trabalhos.Veja algumas fotos do evento clicando no album acima.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Academia Paranaense da Poesia: Eventos Setembro 2009

ACADEMIA PARANAENSE DA POESIA
(Antiga Sala do Poeta fundada em 7 de abril de 1973 por
Pompília Lopes dos Santos
).

CONVITE
EVENTOS POÉTICOS DO MÊS DE SETEMBRO 09


OFICINA PERMANENTE DE POESIA-PROJETO AC.P. POESIA E BIBLIOTECA PÚBLICA DO PARANÁ – 5ªs feiras das 18 às 20h - 3º andar- R Candido Lopes 133.
10/9 - A POESIA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE das 18 às 19h com Ozires Haddad e das 19 as 20 declamação de Poemas pelos participantes
17/09 - A POESIA DE SINIBALDO TROMBINI – das 18 às 19 com Consolação Buzelin e das 19 às 20h declamações de Poemas pelos participantes
24/09 TRIBUNA LIVRE - declamação e classificação dos Poemas dos participantes ativos da Oficina, visando a Publicação de uma Antologia.

12/9 - SÁBADO DA SERESTA – (sempre no 2º sábado com Música e Declamação de Poemas) a partir das 17h30min nos Restaurante San Domingos, Rua Voluntários da Pátria 368 1º andar (café colonial a R$9,00 por pessoa) Fone 32225925

15/09 – TARDE DE MÚSICA E POESIA NO CENTRO DE LETRAS DO PARANÁ – das 17às 18h30min – declamação – temas do mês de setembro e livres (poemas curtos) Rua Fernando Moreira 370. Fone32227731

26/09 - ALMOÇANDO COM MÚSICA E POESIA A PARTIR DAS 12h30min NO RESTAURANTE DELÍCIAS NATURAIS - Rua José Loureiro 133 (Sobre Loja da INFOHOUSE) (Buffet livre a R$ 7,00 por pessoa ou R$16:90 por kg)Fone33231786

BLOG DA ACADEMIA PR DA POESIA
http://academiaparanaensedapoesia.blogspot.com

Roza de Oliveira

Presidente

Centro de Letras do Paraná: Programação setembro/09

O Centro de Letras do Paraná,
a Juventude e a História do Paraná.

Como temos acentuado, seguidamente, o nosso Cenáculo se constitui em uma das maiores e melhores entidades culturais de nossa terra, fundado que foi por Euclides Bandeira e Emiliano Perneta, em 19 de dezembro de 1912, mesma data em que foi criada a mais antiga Universidade do Brasil. Promovendo eventos lítero-musicais todas as terças-feiras, antecedidos por tradicional “Chá de Confraternização”, em sua aprazível sede, conta com uma biblioteca de mais de vinte mil títulos, a maioria de autores paranaenses, proporcionando agradáveis momentos de cultura e lazer para seus associados, convidados e visitantes. A “Revista do Centro de Letras do Paraná”, cujo nº53 esta à disposição de todos, é veículo de amplo noticiário e informações, repleta de artigos, poemas e trabalhos literários de expressivo valor. Faltava, contudo, à nossa dileta instituição, aproximação maior com os jovens, a fim de despertar maior interesse para a cultura, de um modo geral e, em especial, da própria História do Paraná, pouco divulgada e conhecida.
Bem por isso, a Diretoria cogitou no lançamento de um “Concurso de Monografia”, cujo público alvo fosse, exatamente, o estudante de nível superior, tendo por temática algum aspecto da História do Paraná. Deliberou-se, então, promover, tal certame, em parceria com o Movimento Pró-Paraná, Ente de Integração e Relações Institucionais, criado por inspiração do saudoso jornalista Francisco Cunha Pereira Filho, escolhendo-se, como tema, “Barão do Serro Azul, o homem, o empresário e o herói, na História do Paraná”. De imediato, a Federação do Comércio do Paraná, a Federação das Indústrias do Paraná e a Associação Comercial do Paraná possibilitaram a premiação dos melhores trabalhos, enquanto a Senhora Lílian Vargas, viúva do sempre lembrado historiador e confrade Túlio Vargas, ofereceu uma coleção de suas obras.
Assim é que, aprovado o respectivo regulamento, será possível laurear o primeiro classificado com o prêmio de R$ 7.000,00 (sete mil reais), o segundo, com R$ 4.000,00 (quatro mil reais) e o terceiro, com R$ 3.000,00 (três mil reais), atribuindo-se àquele, ainda, os livros de Túlio Vargas. Tal concurso foi tornado público em plena “I Bienal do Livro de Curitiba”, no dia 27 do corrente mês de agosto, prevista a premiação para o mês de março de 2010, com tempo suficiente para a pesquisa e elaboração dos trabalhos. Assim, o Centro de Letras do Paraná, cumprindo a previsão estatutária de “concorrer para o progresso cultural do Estado” e desenvolvimento de “programas literário e artístico”, procura despertar, nos jovens, o interesse pelo estudo da História do Paraná e valorização dos vultos e personagens que a construíram. Esclarecemos aos diletos confrades e confreiras que compareça ao ato de lançamento do certame e o divulguem no meio universitário, para que o maior número possível de interessados dele participem.

Programação – Setembro/2009.

Dia 01
17 h
- “Criatividade Poética-Literária na Suiça”.
Narração do escritor suíço-argentino, Edmundo Blader.

Dia 08
Feriado Religioso.

Dia 15
17 h - Terça da Poesia
, a cargo da Academia Paranaense da Poesia.

Dia 22
17 h - “Homenagem à França
, pelo que representa no contexto cultural”.
Exposição da Diretora da “Aliança Francesa”, Senhora Laura Gyelinck.

Dia 29
17 h - “O Centenário do falecimento de Euclides da Cunha
”.
Palestra do confrade Professor Nélson de Luca.

Luís Renato Pedroso

Presidente.

Prêmio SESC de Literatura 2009

Sesc promove Prêmio de Literatura

As inscrições vão até 30 de setembro de 2009

Revelar novos talentos e promover a literatura nacional são propósitos do Prêmio SESC de Literatura. Lançado pelo SESC em 2003, o concurso identifica escritores inéditos, cujas obras possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. Além da divulgação das obras, o Prêmio SESC também abre uma porta do mercado editorial aos estreantes: os livros vencedores são publicados pela editora Record e distribuídos para toda a rede de bibliotecas e salas de leitura do SESC e SENAC em todo o país. Mais do que oferecer uma oportunidade a novos escritores, o Prêmio SESC de Literatura cumpre um importante papel na área de cultura, proporcionando uma renovação no panorama editorial brasileiro.

Participe - Aos autores iniciantes, que ainda não tiveram chance de mostrar ao público suas idéias e sua criação, este é o caminho. As inscrições para o Prêmio SESC de Literatura são gratuitas e aceitas em todo o Brasil. Basta procurar a unidade mais próxima do SESC na sua cidade. Cada concorrente pode participar com uma obra, nas categorias conto e romance. O vencedor terá seu livro publicado e distribuído pela editora Record. Participe! Esta pode ser a chance de sua obra chegar às principais livrarias do país. Confira as regras do concurso no edital clicando
AQUI!

Fonte : Sesc

Oficinas movimentam a 1 Bienal do Livro de Curitiba

A 1ª Bienal do Livro de Curitiba oferece oficinas gratuitas para os interessados em conto, poesia, romance e crônica ministradas por escritores renomados. O evento será realizado de 27 de agosto a 4 de setembro, na Expo Unimed Curitiba.

O carioca Antônio Carlos Secchin, membro da Academia Brasileira de Letras, autor de experiência internacional e reconhecido nome da poesia e de crônicas, comandou as oficinas de poesia nos dias 29, 30 e 31 de agosto, das 16 horas às 18 horas. Ainda no dia 30, ele participou da mesa nobre “Verso, Reverso, Transverso: ainda se ouve o ecopoético que houve?”, com Ivan Junqueira e Antonio Cícero.

Antônio Torres, da Bahia, premiado autor com várias obras traduzidas para países da Europa e um dos nomes mais importantes da sua geração, publicou 11 romances, um livro de contos, um para crianças, um de crônicas, perfis e memórias. Ele participa nos dias 2, 3 e 4 de setembro com as oficinas de conto, das 9 horas às 11 horas e as oficinas de crônica das 16 horas às 18 horas.

Para finalizar, o pernambucano Raimundo Carrero, autor de 15 romances, de uma biografia, dois livros de ensaios e ganhador de vários prêmios, será o responsável pela oficina de romances, dias 2, 3 e 4 de setembro, das 11 horas às 13 horas. Dia 3, o autor participa também da mesa nobre “Fronteiras imaginárias: o real e a invenção do romance”, com Cristóvão Tezza e João Gilberto Noll.

Para participar destas oficinas as vagas são limitadas. Os participantes terão a oportunidade de interagir, debater e criar ao lado destes grandes autores da literatura brasileira. Os interessados devem entrar em contato com a organização da Bienal para fazer as inscrições.

As oficinas contemplam os ideais da Bienal do Livro de Curitiba – Cultura, Educação e Meio Ambiente – e são um espaço democrático de estímulo à leitura, formação de novos leitores e participação do público.

Fonte: Guatá-Cultura