terça-feira, 17 de maio de 2011

Terça Brasileira no Paiol

17 de maio às 20horas

Programação de maio do Centro Paranaense Feminino de Cultura

SEMPRE AS 15 HORAS
Centro Paranaense Feminino de Cultura


Rua Visconte de Rio Branco, n° 1717 - Centro
- Curitiba/Paraná - Fone: 41. 3232 8123

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Soneto de mim, por Rodrigo Madeira

Soneto de mim

quando a chuva cai na terra, sou eu
tudo que fui: espada, chaga e escudo
tudo que serei: mundo menos eu
olhos que não mais despertam no escuro

quando a chuva cai na terra, sou seu
tudo que fui: canto, lâmina e azul
tudo que serei: trans-lúcido orfeu
na árdua descida, solitário e nu

o sol sem pálpebras que burilei
encegueceu-me por rumos que eu quis
estes retalhos todos que enverguei

são versos que me lumem por um triz
e de repente, aturdido, sou quase
nitidez que se descobriu miragem

Rodrigo Madeira

Aconteceu em Curitiba: Lançamento ¨Jornal MEMAI¨ e livro ¨Poesia sem pele¨.

por Emanuela Siqueira

Lançamento do Livro Poesia sem Pele,
de Lau Siqueira.
Nem sempre um lançamento de obra literária precisa beirar ao glamour ou ainda, ser em um evento focado em somente Literatura. Nos moldes mais underground, aconteceu no dia 10 de maio o lançamento duplo do livro Poesia sem pele, de Lau Siqueira e do jornal MEMAI, de cultura, artes e Letras Japonesas, no Brooklyn Café, em Curitiba.

Mesmo contando com um número pequeno de pessoas o evento foi suficiente para reforçar contatos e conhecer um pouco da produção de escritores que usam a internet e algumas redes sociais como principal meio de divulgar seus trabalhos e criar amizades. Por exemplo, o poeta gaúcho Lau Siqueira — que hoje vive na Paraíba — conheceu alguns dos organizadores do Jornal MEMAI e escritores curitibanos através do site Facebook e assim pôde lançar seu livro por aqui. Situações que são aparentemente inusitadas mas que funcionam muito bem para escritores que não circulam pelo mainstream editorial.

O jornal MEMAI é uma iniciativa muito bacana em divulgar assuntos culturais nipônicos, desde contos e livros a cinema e fotos. Ele é distribuido gratuitamente e também pode ser lido e baixado na íntegra no seu site. Esta edição conta com várias coisas interessantes como uma apanhado sobre o ilustrador Osamu Tesuka, tem História sobre a transição do período Meiji até dicas ótimas de cinema japonês.

Acredito que eventos assim funcionem mais certeiramente do que eventos grandes voltados à Literatura. Claro que a proliferação de eventos tem colaborado — e muito — para que leitores e escritores estreitem laços, mas os eventos maiores ainda colocam ambos cada um em seu lugar, sem muito acesso e facilidade na troca de ideias. E a internet — que tem sido tratada como grande vilã de livros e Literatura — permite que esses escritores do presente circulem Brasil afora divulgando e vendendo seu trabalho, criando ações inéditas, inclusive, para os nomes de grande circulação.

Artigo publicado originalmente no Blog Interrogação.

Wonkademia: Com Bárbara Lia e Marilda Confortin

WONKADEMIA: Debate Público Aberto (POESIAS)
Mediador: Ivan Justen Santana
Convidadas: Bárbara Lia e Marilda Confortin
Data: 17/05 - Terça-Feira
Horário: 21h30
Ingresso: R$-3,00

As Convidadas

Bárbara Lia - Curitiba (PR), Poeta e Escritora.
Publicou poemas no jornal Rascunho, Garatuja, Mulheres Emergentes,
Etcetera, Revista Coyote, Ontem choveu no futuro. Na Internet, tem textos publicados na Zunái, Cronópios, Blocosonline, Editora Ala de Cuervo, entre outros.
publicações nas Antologias - Prêmio Nacional de Poesia Helena Kolody, Prêmio Nacional de Contos Newton Sampaio (SEEC-PR), Prêmio UFES Literatura (Edufes), O que é Poesia?
(Confraria do Vento/Cáliban) H2Horas (Site Cronópios/Coletivo Dulcinéia Catadora), O Melhor da Festa 3 (Ed. Casa Verde-Porto Alegre), Prêmio Contos Grotescos - 1º Prêmio
Edgar Alan Poe (CBJE) entre outras

Publicou os livros:

O sorriso de Leonardo (Poesia, Edições Kafka - 2.004),
O sal das rosas (Poesia, Lumme editor – 2.007),
A última chuva (Poesia, ME – ed. alternativas – MG – 2.007),
Solidão Calcinada (Romance, Secretaria da Cultura / Imprensa Oficial do Paraná - 2008)
Constelação de Ossos (Romance, Vidráguas/2010) e
Tem um pássaro cantando dentro de mim (Poesia/2011)

MARILDA CONFORTIN,Curitiba/PR, Escritora, Poeta e Cronista.
Poeta e Escritora, Participou de vários encontros de Poesia entre eles:
X Encuentro Internacional de Mujeres Poetas en el pais de las nubes -
México/2003 - representante brasileira
Encuentro Internacional de Escritores aBrace - Brasilia - DF e Uruguai
III Festival Internacional de Poesia de Granada/2007 - representante brasileira

Livros Publicados:

·Pedradas - crônicas. Editora Santa Mônica - PR - Brasil
·Tris - poesia. Português/Español - Editora Scortecci - SP - Brasil
·Gota a gota - poesia. Português/español - Linajes Editores - Tlalneplantha - México
·Largo Esquerdo da Ordem - Imprensa oficial - Paraná
·Mal me quer bem me quer - poemas desfolhados - Produção independente
.Lua Caolha - Poetrix - ed. Araucária, 2008
.Busca e Apreensão - POesia - Ed. Protexto, 2010
.Antologias: Mujeres Mariposas sin Capullo; La palabra y el viento; Poetrix ; Entre Siglos; Talento Feminino em prosa e verso; Fragmentos Poéticos, entre outras

Ivan Justen Santana (mediador)
Poeta e tradutor. Curitibano nascido em 1973. Licenciado em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 1996. Mestre em Letras pela Universidade de São Paulo (USP) em 2002. Bloga poemas e traduções em http://ossurtado.blogspot.com desde 2004. É doutorando em Letras pela UFPR.

BELAS-ARTES por Mamed Zauíth

BELAS-ARTES
Mamed Zauíth
(da Academia Paranaense da Poesia)

A pintura é a poesia em cores,
o pincel é a pena
debuxando versos em ricos matizes
tocantes e sublimes
tanto quanto os mais ternos poemas:
cenas da natureza
que encantam e fascinam;
de patriotismo,
de alegria e tristeza,
de glória e derrota,
de ódio e amor...

Pintura, escultura e música
têm a mesma linguagem da paixão,
da exaltação espiritual
resultantes da harmonia cósmica,
exprimindo o mais elevado
e nobre sentimento
do ser humano.

Versos trazem indelevelmente,
formas e cores,
cadência e ritmo,
sentimento e musicalidade,
suscitando elevação espiritual
que enlevam e enternecem!

Poetas, pintores e compositores
devaneam arrebatados,
levitam, buscando no rodopiar do orbes
a inspiração celestial!

Poesia, pintura, escultura e música
falam ao coração, tocando o íntimo do ser,
desencadeando sentimentos e emoções
e irradiando uma força viva
fazendo a alma vibrar extasiada!

A arte nasce de mãos abençoadas
imortalizando fascinantes e inolvidáveis momentos,
legando à posteridade
encantamento e deleite!

O poeta é, a um tempo,
pintor, escultor e compositor;
tem o apanágio de dar aos versos
as cores do arco-iris
com o impressionismo de VELÁSQUEZ
e o lirismo de REMBRANDT;
de esculpir versos com o cinzel de DONATELLO
e lapidar estrofes com o buril de RODIN,
dando ao poema
a musicalidade grácil e fulgurantes de VERDI,
o sentimentalismo e a excelsitude de SCHUBERT,
perpassando o tempo e se eternizando!
Maio, 2011

Crônica de Clóvis Rossi: Inguinorança

Folha de S. Paulo, p. A2 - 15-5-11

Não, leitor, o título acima não está errado, segundo os padrões educacionais agora adotados pelo mal chamado Ministério de Educação. Você deve ter visto que o MEC deu aval a um livro que se diz didático no qual se ensina que falar "os livro" pode.
Não pode, não, está errado, é ignorância, pura ignorância, má formação educacional, preguiça do educador em corrigir erros. Afinal, é muito mais difícil ensinar o certo do que aceitar o errado com o qual o aluno chega à escola.
Em tese, os professores são pagos -mal pagos, é verdade- para ensinar o certo. Mas, se aceitam o errado, como agora avaliza o MEC, o baixo salário está justificado. O professor perde a razão de reclamar porque não está cumprindo o seu papel, não está trabalhando direito e quem não trabalha direito não merece boa paga.
Os autores do crime linguístico aprovado pelo MEC usam um argumento delinquencial para dar licença para o assassinato da língua: dizem que quem usa "os livro" precisa ficar atento porque "corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico".
Absurdo total. Não se trata de preconceito linguístico. Trata-se, pura e simplesmente, de respeitar normas que custaram anos de evolução para que as pessoas pudessem se comunicar de uma maneira que umas entendam perfeitamente as outras.
Os autores do livro criminoso poderiam usar outro exemplo: "Posso matar um desafeto? Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito jurídico".
Tal como matar alguém viola uma norma, matar o idioma viola outra. Condenar uma e outra violação está longe de ser preconceito. É um critério civilizatório.
Que professores prefiram a preguiça ao ensino, já é péssimo. Que o MEC os premie, é crime.

Academia Feminina de Letras do Paraná convida para palestra dia 26 de maio

CONVITE

A Academia Feminina de Letras do Paraná, através de sua Presidente, Lygia Lopes dos Santos, dando continuidade ao projeto “Valores Culturais Paranaenses”, tem a satisfação de convidar para a palestra da escritora Maria Célia Martirani.

Tema: O Rosto da Página

Nesta oportunidade, a escritora e professora Maria Célia vai tratar das relações entre literatura e vida, de como compreende o literário na sociedade contemporânea. Vai ressaltar a importância de autores atuais que resistem à cegueira generalizada, quando passamos a ver tudo, sem ver o essencial.
A nossa palestrante é mestre em Língua e Literatura Italiana e Doutora em Literatura Comparada pelo Departamento de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP. Atualmente é professora do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da UFPR, na área de Italiano.
Agradecemos antecipadamente a sua presença.

Lygia Lopes dos Santos
Presidente

Data: 26 de maio de 2011
Horário:15h
Local: Centro Paranaense Feminino de Cultura
Rua Visconde do Rio Branco, 1717
Telefone 3232-8123

II Mostra de Charges - Homenageado : Luiz Solda

De 17 a 21 de maio, às 19h
no Clube Duque de Caxias - Bacacheri

Mostra Oficial e Palestras abertas ao público
Mais informações:http://www.clubeduquedecaxias.com.br/

domingo, 15 de maio de 2011

Imortal da Academia Brasileira de Letras diz que língua familiar é aceita do ponto de vista linguístico, mas não deve ser ensinada

Por Thais Arbex, iG São Paulo | 13/05/2011 21:06

Para o gramático Evanildo Bechara, autor da Moderna Gramática Portuguesa, o aluno não vai para a escola “para viver na mesmice” e continuar falando a “língua familiar, a língua do contexto doméstico”.

“Sempre se vai para a escola para se ascender a posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. O papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade”.

Em entrevista ao iG, Bechara, que ocupa a cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras e é autoridade máxima no Brasil quando o assunto é novo acordo ortográfico, afirma que a proposta do livro didático de português que dedica um capítulo ao uso popular da língua Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC) para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), está perfeita do ponto de vista do técnico. Mas do ponto de vista do professor de português, segundo ele, é como se dissesse: “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”.

Segundo Bechara, neste caso, está se tirando do aluno o que ele considera o elemento fundamental na educação: o interesse para aprender mais. Mas, para o acadêmico, o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor.

“O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender”, diz gramático Evanildo Bechara

O livro didático de língua portuguesa Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), dedica um capítulo ao uso popular da língua. Qual é a opinião do senhor?
Evanildo Bechara: Em primeiro lugar, o aluno não vai para a escola para aprender “nós pega o peixe”. Isso ele já diz de casa, já é aquilo que nós chamamos de língua familiar, a língua do contexto doméstico. O grande problema é uma confusão que se faz, e que o livro também faz, entre a tarefa de um cientista, de um linguista e a tarefa de um professor de português. Um linguista estuda com o mesmo interesse e cuidado todas as manifestações linguísticas de todas as variantes de uma língua. A tarefa do linguista é examinar a língua sem se preocupar com o tipo de variedade, se é variedade regional, se variedade familiar, se é variedade culta. Ele estuda a língua como a língua se apresenta. Já o professor de português, não. O professor de português tem outra tarefa. Se o aluno vem para a escola, é porque ele pretende uma ascensão social. Se ele pretende essa ascensão social, ele precisa levar nessa ascensão um novo tipo de variante. Não é uma variante que seja melhor, nem pior. Mas é a variante que lhe vai ser exigida neste momento de ascensão social.

iG: Para o MEC, o papel da escola não é só ensinar a forma culta da língua, mas também o de combate ao preconceito contra os alunos que falam “errado”. Como o senhor avalia essa orientação?
Evanildo Bechara: Ninguém vai para a escola para viver na mesmice. Eu chamaria de mesmice idiomática. O aluno vai para a escola, mas acaba saindo dela com a mesma língua com a qual entrou. Portanto, perdeu seu tempo. Na verdade, sempre se vai para a escola para se ascender numa posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. Então, o papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade. Essa ascensão social não vai exigir só um novo padrão de língua, vai exigir também um novo padrão de comportamento social. Essa mudança não é só na língua. Portanto, não é um problema de preconceito. E, para esses livros, parece que o preconceito é uma atitude de mão única.. Mas o preconceito não é só da classe culta para a classe inculta, mas também da classe inculta para a classe culta.

iG: Segundo a autora do livro, Heloísa Ramos, a proposta da obra é que se aceite dentro da sala de aula todo tipo de linguagem, ao invés de reprimir aqueles que usam a linguagem popular...
Evanildo Bechara: Acho que do ponto de vista do técnico em língua, está perfeito. Mas do ponto de vista do professor de português, é como se você dissesse “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”. Então, qual estímulo você dá a esse aluno para ele ascender socialmente? Você está tirando dele o elemento fundamental que funciona na educação: que é o interesse para aprender mais.

iG: Ao defender o uso do livro didático com linguagem popular, o senhor acredita que seria função do MEC preparar o professor para usar esse material?
Evanildo Bechara: Eu acho que não é função do MEC preparar o professor. A função do MEC é dar as condições necessárias para o bom desempenho do professor. E o bom desempenho do professor começa com um bom salário. A função do Ministério não é uma função pedagógica. A função pedagógica é das instituições universitárias, das faculdades de pedagogia, das faculdades de letras. O que o Ministério faz, com muita justiça, é distribuir livros. Mas ele não tem que tomar conta do preparo do professor. O professor tem que ser preparado pelas instituições adequadas. O ministério faz bem em comprar bons livros e distribuí-los para as escolas. Isso é uma coisa perfeitamente digna de elogio. Mas modelar o professor e, por exemplo, comprar livros que falem muito bem de um governante e muito mal de outro governante, num enfoque político dirigido, isso já não é tarefa do Ministério da Educação.

iG: O senhor vê algum problema na utilização desse livro em sala de aula?
Evanildo Bechara: Eu não vejo problema pelo seguinte: porque o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor. Um bom professor pode trabalhar muito bem com um mau livro, assim como um professor sem preparo não consegue tirar tudo de bom do aluno com um bom livro. Porque ele está mal preparado e não sabe aproveitar o livro. O sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Mesmo porque o bom professor não é aquele que ensina. O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender. A sala de aula, o período de escola do aluno, é um período muito pequeno para o universo de informações que ele deve ter para ter sucesso na vida. Pelo menos teoricamente. No meu tempo de aluno, nós tínhamos apenas dois livros: durante quatro, cinco anos, tínhamos a mesma antologia e a mesma gramática. Mas, embora os professores não tivessem tirado o proveito das universidades, eles levavam para a escola uma cultura geral muito boa. E era essa cultura geral do professor de matemática, de física, de química, de português, era o grande atrativo para o aluno. Mas o professor que se limita ao programa estabelecido pelo livro didático, é um professor que é conduzido, é um professor que não tem conhecimento suficiente para sair dos trilhos oferecidos pelo livro didático.

Política educacional do MEC: falar e escrever errado é o certo

Por Sônia van Dijck

Custa-me crer nos absurdos que acontecem no Brasil. Mas, a verdade dos fatos é indiscutível: o MEC adota livro como objetivo de ensinar a falar e a escrever errado.
Não tenho o menor interesse em discutir conceitos de dialetologia ou de sociolinguística com os autores, pois sei que o projeto não obedece a interesses científicos, mas políticos. Vi, em um telejornal, a Profa. Heloísa Ramos, corajosamente, adequando conceitos e princípios linguísticos para justificar o nefando projeto do MEC, e sua concordância com tão escandaloso equívoco. Não me interessa refutar os argumentos equivocados da Professora, pois ela é só instrumento da política educacional do governo petista e está sendo paga para fazer seu papel.
Deixo que o Prof. Evanildo Bechara dê a lição que a Professora e demais autores não aprenderam na Universidade.
O que me interessa é chamar a atenção para o bem organizado projeto de condenação dos alunos que passam e passarão pelo sistema público de educação. Falando e escrevendo errado o vernáculo, os estudantes de hoje e do futuro não terão oportunidade no mercado de trabalho e nem de crescimento intelectual. Falando e escrevendo “nós pega o peixe”, eles jamais serão engenheiros, médicos, vendedores, advogados, porteiros, enfermeiros, professores, jornalistas, bancários e mais muitas outras profissões e empregos lhes serão impossíveis.
Não tenho notícia de que haja ou tenha havido algum governo de algum país que planejasse e implementasse projeto tão cruel, como se isso pudesse ser apelidado de projeto educacional. O Brasil consegue ser surpreendente e nefasto com um discurso pretensamente politicamente correto.
Com pompa e circunstância, o MEC do governo petista quer assegurar que os futuros cidadãos fiquem privados de empregos, de crescimento intelectual, de relações culturais; no futuro, o MEC deseja que os brasileiros estejam no estado de barbárie linguística e sejam incapazes de entender um edital de concurso, por exemplo; salvo se o edital informar que “os candidato deve apresentarem os seguinte documento”.
Nem Hitler, com sua mente diabólica e homicida, realizou um projeto desse tipo para dominar a juventude nazista, ganhando simpatias e aplausos dos pouco letrados daquela época.
Com pompa e circunstância, em uma palhaçada do politicamente correto, o governo petista organiza um exército de futuros adultos privados de proficiência no vernáculo, cuidadosamente preparado no sistema público de ensino, que servirá aos interesses do estado brasileiro que está sendo forjado desde 2003, em conformidade com as lições Gramsci.
Revolução?! Não! O PT não faz revolução; molda a sociedade que deseja manipular contaminando o sistema público de ensino com sua proposição populista de “respeito” à linguagem popular e familiar e coloquial das camadas menos escolarizadas atualmente. O governo petista, calmamente, pretende criar milhões de brasileiros que, quando chegarem à vida adulta, serão incapazes de ler e entender um jornal, uma revista e, principalmente, um livro de História, escritos em vernáculo. Esses futuros adultos não terão competência para apreciar Machado de Assis, Graciliano Ramos, Drummond, Vinicius, Érico Veríssimo e outros. E os ilustres autores do livro perverso, como bons peões do governo petista, poderão perguntar: “E quem precisa apreciar a Literatura elitista, golpista, burguesa?” – “Por que os adultos do futuro precisarão ler um livro de História, se eles não terão direito a discutir os fatos históricos, pois viverão apenas com as informações divulgadas na forma de “os cidadão deve comparecerem ao comício da liderança nacional, para que todos escute as verdade a serem revelada.”
Bem sei que as boas escolas privadas jamais cairão nessa farsa de ser válido ensinar a falar, a ler e a escrever errado, como princípio pedagógico. Quem puder colocar seus filhos em boas escolas particulares, terá salvo parte dos futuros adultos da barbárie linguística. Então a Literatura elitista, golpista e burguesa de Machado, Graciliano, Drummond, Érico, Cecília Meireles e outros ainda terá alguns leitores. Jornais e revistas elitistas, golpistas, burgueses, que usarem a correção da Língua Portuguesa ainda poderão ser lidos e as notícias serão compreendidas por alguns futuros adultos.
Não resisto e mando um recado para a ilustre Profa. Heloísa Ramos e demais autores: vocês ouviu os galos cantar e não sabe onde está os galo. Vocês nada sabe de níveis de linguagem. Vocês não entende nada da função da escola. Mas, vocês compreende perfeitamente esse meu recado escrito no dialeto do MEC petista, usado no livreco de ocês. Se vocês quiser me responder, por favor, escreva na Língua Portuguesa que seus professor dos tempo antigo e ultrapassado tentaram ensinar a vocês.
Segundo François Lyotard, linguagem é poder.. A equipe de autores desse maldito livro sabe disso; por isso, aceitou servir de instrumento para o governo petista. Com seu tristemente brilhante trabalho, os ilustres autores tornaram o tarefa do professor de português uma atividade inútil: ninguém precisa ir à escola para aprender a falar e a escrever “a gente fomos, mas o pessoal saíram”.
PS: quem discordar desse livro perverso repasse, poste no blog – dê ampla e irrestrita divulgação a esse conjunto de textos.
O aluno não vai para a escola para aprender ‘nós pega o peixe’

Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado

por Naiara Leão, iG Brasília | 12/05/2011 16:08

"Não somos irresponsáveis", diz autora de livro com "nós pega"
Educadora afirma que intenção da obra é deixar o aluno acostumado com linguagem popular à vontade e não "ensinar errado"

Uma das autoras do livro didático de língua portuguesa Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC) para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), nega que a obra ensine o aluno a usar a norma popular da língua. Nota da coluna Poder Online publicada na manhã desta quinta-feira mostra que o livro ensina aos alunos que é válido usar expressões, como “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.

Para a autora Heloisa Ramos, apesar de ter um capítulo dedicado ao uso da norma popular, o livro não está promovendo o ensino dessa maneira de falar e escrever. “Esse capítulo é mais de introdução do que de ensino. Para que ensinar o que todo mundo já sabe?”.

Segundo Heloisa, que é professora aposentada da rede pública de São Paulo e dá cursos de formação para professores, a proposta da obra é que se aceite dentro da sala de aula todo tipo de linguagem, ao invés de reprimir aqueles que usam a linguagem popular.

“Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação. Por exemplo, na hora de estar com os colegas, o estudante fala como prefere, mas quando vai fazer uma apresentação, ele precisa falar com mais formalidade. Só que esse domínio não se dá do dia para a noite, então a escola tem que ter currículo que ensine de forma gradual”, diz.

Livro usado na Educação de Jovens Adultos tem capítulo sobre a norma popular da língua

De acordo com a professora, o livro didático adotado pelo MEC para turmas do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) foi elaborado por ela e por outros especialistas em língua portuguesa com base nas experiências que tiveram em sala de aula após décadas de ensino. “Nossa coleção é seria, temos formação sólida e não estamos brincando. Não há irresponsabilidade da nossa parte”, afirma.

Ela acredita que, ao deixar claro que é tolerada todo tipo de linguagem, a escola contribui para a socialização e melhor aprendizado do estudante. “Quem está fora da escola há muito tempo, é quieto, calado e tem medo de falar errado. Então colocamos essa passagem para que ele possa sair da escola com competência ampliada”, diz.

Em nota enviada ao iG, o MEC afirmou que o papel da escola não só o de ensinar a forma culta da língua, mas também o de combate ao preconceito contra os alunos que falam linguagem popular.

Apesar de defender que o livro continue sendo adotado, a autora admite que é preciso que o professores entendam a proposta para não desvirtuar o que ele propõe. O material vai acompanhado de um livro guia ao professor e os parâmetros curriculares do MEC explicam a abordagem variada da língua, mas como os livros são distribuídos para escolas de todo o país, é difícil ter esse controle.

Linguagem popular divide especialistas

A doutora em linguística e professora da Universidade de Brasília (UnB), Viviane Ramalho, vai além da opinião da autora do livro e defende que a linguagem popular seja ensinada abertamente nas escolas. “O ideal seria aprender todas as possibilidades diferentes até mesmo para respeitar o interlocutor que usa outra variedade linguística”, diz.

Para ela, essa seria uma forma da escola se aproximar da realidade dos estudantes. “Há uma exigência da própria sociedade de que o individuo saiba usar a as diversas variedades da língua”.

A linguista Juliana Dias acredita que a escola deva ensinar exclusivamente a norma culta e usar a linguagem popular apenas como exemplo durante as explicações. “O popular não cabe para o ensino. Cabe somente para reflexão, discussão, e até para o combate ao preconceito com as formas mais simples de se falar”.

RESULTADOS XV Concurso Literário Internacional de Poesias, Contos e Crônicas

RESULTADOS XV Concurso Literário Internacional de Poesias, Contos e Crônicas. ALPAS-M21
Autora homenageada: Francisca Messa

Comissão julgadora de Poesias
Márcia Friggi – Santa Catarina
Mário Bandarra – São Paulo
Alba Pires Ferreira – Rio Grande do Sul

Comissão Julgadora de Contos e Crônicas
Ninah Faraó – Argentina
Corina Santelmo – Bahia
Pedro Paulo Araújo – Rio de Janeiro – RJ

Coordenadora do Júri
Márcia Friggi
Presidente do Júri
Alba Pires Ferreira
Presidente da Associação Artística, Literária e Multiprofissional

‘A Palavra do Século 21’ –ALPAS-M21
Rozelia Scheifler Rasia – Cruz Alta - RS

POESIAS

1º lugar – Erro - Anderson Kleiton -
2º lugar - Luz - Fábio Renato Villela – Campinas - SP
Empate
3º lugar – O segredo de uma palavra – Ana Zeilmann – Cruz Alta - RS
3º lugar – El enemigo – Maria Cristina Dreese- Argentina

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Destaque Literário Internacional – Poesias

Carlos Rodríguez Sánchez - Para ser tuyo – Mérida - Venezuela
Dércia Sara Faleciana Tinguisse – Os olhos do poeta - Moçambique - África
Maria Cristina Dreese – EN LA NOCHE...; ANHELOS; DISTANCIA – Buenos Aires - Argentina
Carlos Rodríguez Sánchez – Amor de tormenta – Ilumina tu existencia –(español) - Mérida - Venezuela
Carlos Rodriguez Sánches - Se não estás; Sem dar-nos conta; Em meu sonho - Mérida - Venezuela
Diva Vazquez – Rivera – Uruguay – UY – Cuando
Dinis Muacho – A paz é... - Lisboa – Portugal
Gisele Giandoni Wolkoff - No mundo da arte –
Destaque Literário – Livro inédito de Poesias - Dercia Sara Faleciana Tinguisse – Moçambique - África

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Contos:

1º lugar - Paulo Mauá – Joanas e a Baleia - Santos - SP
2º lugar – Maria Beatriz Costa Mecking – Meus dois amores - Pelotas – RS
3º lugar - A VITÓRIA DO NATAL - Nurimar Bianchi de Melo – Soledade - RS

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Destaque Internacional Conto

Dinis Muacho – Quem vai, vai; Quem está, está!... Lisboa – Portugal
A carruagem da cinderela – Antony Badin Fry – Alemanha
Destaque Literário em Livro de Contos - inéditos: Dercia Sara Faleciana Tinguisse – Moçambique - África
Destaque Conto Infantil - Sirlene Cristófano - A rosa que não queria ser azul – Portugal

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Crônicas:

1º lugar – Mulheres - Saulo Barreto – São Luís - MA
2º lugar - Natal solidário – Tristão Alencar Pereira Oleiro - Pelotas - RS
3º lugar – Mentiras - Antonio Francisco Cândido – Congonhal – MG

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Destaques Literários em Poesias

Francisco Petrônio Ferreira de Oliveira – Dilema, Sofisma; Réu confesso - Betim - MG
Henrique Gondim - Paz nuclear – Candelária –Natal - RN
Antonio Francisco Cândido – Congonhal – MG - Cemitério Atômico
Sonia Maria Dietzel Martelo – Será ele quem passa; Canção, sublime canção - Ponta Grossa – PR
Alfredo Nogueira Ferreira – Aldo Nora - Nos páramos do sonho – Florianópolis – SC
Áurea Miranda - Reedição – Porto Alegre - RS
Tristão Oleiro – Reflexões (Dias de Glória) - Pelotas – RS
João Carlos Agostini - Dimensionalidade do tempo – Porto Alegre - RS
Ângela Green - amor muito além do mar – São Paulo - SP
Fábio Renato Villela – Voz; Jarro – São Paulo – Campinas - SP
Edílson Leão – Um planeta solitário; O voo do Carcará – A flor da magia - Urandi – BA
Antonio Fabiano – Lonjuras – Belo Horizonte –MG
E campel - O ar puro tem força angelical; O universo resplandece o sorriso – Recife – PE
Anderson Kleiton – Pequenina concha rósea
Cristina Ceccagno - Diariamente ela sonha; olhos cegos; Puro cansaço; Doce memória; Tem horas - Pelotas - RS
Nurimar Bianchi Mello - Mudança; Permisssão – Soledade – RS
Cecy Barbosa – A força do olhar – Juiz de Fora – MG
Maria Islair Duarte Lages - Insônia – Rio Grande – RS
Leoci Lages da Silva – A noite – Rio Grande; Natureza selvagem – RS
Wilson de Jesus Costa – Maria chora – Rio de Janeiro – RJ
Paulo Mauá – Faz tempo – Santos – SP
Carlos Alexandre da Silva – Amor e desafio – Taubaté – SP
Ruy Riograndino – Pequena homenagem à Francisca Messa - Porto Alegre - RS
Francisco Petrônio Ferreira de Oliveira – Sofismas; Réu confesso; Dilema – Betim – MG
José Luiz Pires – O meu sorriso – São Paulo – SP
Reginaldo Costa de Albuquerque – Roda gigante – Campo Grande - MS
Lúcia Helena Pereira - A doce lágrima; A alma das flores; Do amor que fica; Preciso do azul oceânico do seu olhar; O ouro do seu olhar; Quero estrelas brancas em meu véu azul - Ceará-Mirim – RN
Vinni Correa – A corda - Rio de Janeiro - RJ
Lígia Antunes Leivas - Poesia ou fluxo de consciência?; De quem um dia te falou de amor - Pelotas - RS
Isabel Cristina da Silva Vargas – Transformação - Pelotas - RS
Glória Green – Destino - Novo Horizonte - SP
Agenor de Melo Coelho – Vida expressa - São Lourenço do Sul - RS
Juraci da Silva Martins – Conversão; Saudades – Restinga Seca - RS
Maria Paz Lencinas – Poema I -

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Destaques Literários em Contos

Adilar Signori – As melancias e os cavalos; Uma lição de moral; O despertador da Maricota – Canoas – RS
Cosme Custódio da Silva – O filho da mãe – Salvador - BA
Maria Inês de Moraes Marreco – O homem aranha - ???
Aurora Tondinelli – Uma bandeira, duas letras;Felizes para sempre - Londrina – PR
Reginaldo Costa de Albuquerque – O homem que morava na parede – Campo Grande - MS
Alfredo Nogueira Ferreira – Aldo Nora – Florianópolis – SC - Em risco a bela flor do lácio.
Elza Pinto Alemão – O trigésimo quarto - Curvelo – MG
Áurea Miranda - Sabedoria da tradição – Porto Alegre - RS
Fábio Renato Villela - Lulu Vegetariana - Campinas - SP
Luiz Fernando Cortelini Meister - Carta sem fim – Florianópolis - SC
Cléia Drose – Os gatos sabiam; Depois do carnaval; A fronteira - São Lourenço do Sul – RS
Gladis Berriel – Pedras roubadas - Canoas - RS
Cecy Barbosa – A canoa furada – Juiz de Fora - MG
Maria Islair Duarte Lages - A menina da foto – Rio Grande – RS
Marlene B. Cerviglieri – A oficina do perdão – Ribeirão Preto - SP
Noilson Abreu – Valdemar –
Saulo Barreto – A casa de Ubajara – São Luís - MA
Lígia Antunes Leivas - Uma boa ideia! – Pelotas - RS
Isabel Cristina da Silva Vargas – Idas e vindas - Pelotas - RS

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Destaques Literários em Crônicas

Alfredo Nogueira Ferreira – Aldo Nora – Racismo – veneno que mata - Florianópolis – SC
Áurea Miranda - Adeus, pretérito mais que perfeito – Porto Alegre- RS
Tristão Alencar Pereira Oleiro - Caminhos de pedra; Dia Internacional da Mulher – 8 de março – Pelotas - RS
E. Campel - O diálogo do amor – Recife - PE
Cecy Barbosa – Lembrança – Juiz de Fora - MG
Saulo Barreto – Morrer é o fim? São Luís -MA

OFICINA DE TROVAS - Alteração de Data

Por motivo de força maior, a Oficina de Trovas ( projeto conjunto da Academia Paranaense da Poesia e UBT-Seção Curitiba), anteriormente agendada para o dia 19 de maio ( quinta-feira) com o tema A TROVA NO PARANÁ, foi excepcionalmente transferida para o dia 20 de maio (sexta-feira) no mesmo horário e local.

Oficina de Trova: A Trova no Paraná
Ministrante: Luis Hélio Friedrich
Data: 20 de maio de 2011 ( sexta-feira)
Horário: 18 horas
Local: Biblioteca Pública do Paraná - 3 andar.

Sociedade Portuguesa em Curitiba Convida:

Para sua famosa Bacalhoada.

Dia 21 de Maio sábado as 20 horas- bacalhoada na Sociedade Portuguesa, valor $35,00 por pessoa com refrigerante e água incluidos, outras bebidaa à parte.

Amilcar da Silva
Presidente

Associação Artística, Literária e Multiprofissional: A Palavra do Século 21

INFORMA:

Eventos literários festivos
Premiação dos autores classificados no XV Concurso Literário Internacional de Poesias, Contos e Crônicas.

Lançamentos da Coletânea Fantasias

23.05 - em Porto Alegre está sendo organizado pela Alba, a Ilda e o Milton.
A voz do cronista Cláudio Pinto de Sá, novamente vai comandar o evento, teremos a presença e a fala do poeta Joaquim Monks, além do talento dos autores classificados que virão de vários estados e até da Argentina.
27.05 em Cruz Alta, eu estou organizando a solenidade aqui,
elaborando os Diplomas, que estão sendo impressos na cidade de Santa Rosa;
busquei os troféu em ágata na minha cidade natal, Salta do Jacuí, onde há minas desta pedra semipreciosa e estou personalizando cada troféu com o nome do autor e de seu texto.
05.06 em Canoas, Neida Rocha, patrona da Feira do Livro, está organizando a Sessão de autógrafos da Coletânea Fantasias com os textos classificados em 2010.
Em novembro de 2011, Milton Pantaleão através do editor Milton Pantaleão, os autores da Coletânea Labirintos com os textos classificados no presente concurso poderão participar da Feira do Livro em Porto Alegre e em outras cidades.

sábado, 14 de maio de 2011

Revista Escrita nr. 16 - editada pela Guatá está em circulação celebrando a diversidade

A Revista Escrita, empreitada literária da Associação Guatá, está na 16ª edição. A publicação está circulando em bancas, pontos culturais, bibliotecas de escolas e pelo sistema que leva a revista de mão em mão. No próximo domingo, Escrita irá brindar a diversidade criativa da região no Café com Teatro, evento que reúne várias formas artísticas em um só espaço.

Neste número, a edição se mantém firme no objetivo de ser um veículo plural, retratando em suas páginas as obras de artistas, escritores e profissionais da palavra e da imagem, ao lado de criações de autores que ganham a vida em outras atividades, gente anônima, de origens variadas, que apenas usam a arte como forma de expressão.

Tem sido assim desde a publicação da edição número zero da revista, lançada em meados de 2007.

Desde então, cerca de 400 pessoas, de várias cidades e estados do Brasil, além de convidados de outros países, como do Japão, França, Itália e dos vizinhos Paraguai e Argentina, têm emprestado a sua labuta imaginária para trocar impressões sobre o mundo e as pessoas, sobre a cultura e a sua forma mais bem acabada: a arte.

Escrita é dividida em duas sessões principais. A “Olhos”, apresenta material visual como fotografia, artes plásticas, desenhos e esculturas. Já a sessão “Palavra” traz textos literários nos gêneros de poesia, conto e crônica, opiniões, ensaios e resenhas.

Além de se constituir em um canal de expressão, a revista também é uma ferramenta do projeto Tirando de Letra, mantido pela Guatá, com o objetivo de popularizar a leitura e a escrita. A iniciativa oferece textos literários e espaços de publicação alternativos, como a própria Escrita, juntamente com volantes, colantes, exposições, adesivos e outros materiais.

Este acervo surpreende o leitor acostumado a pensar em literatura e arte apenas nos livros e em espaços convencionais. Este é exatamente a intenção: demonstrar que este gênero está em todo o lugar e todas pessoas podem se arriscar pelos caminhos da literatura e da arte.

A Revista Escrita tem uma tiragem de 2 mil exemplares, sendo que parte desta tiragem é comercializada e uma quantidade da revista é distribuída gratuitamente entre professores e estudantes da rede pública estadual de educação, para a utilização como material de apoio nas atividades de arte e literatura. A parte interna da revista é toda em preto e branco, como forma de preservar a originalidade e a essência dos trabalhos publicados.

A edição e o projeto gráfico da Escrita são assinados por Silvio Campana, jornalista e produtor cultural.


BABEL ESCRITA – Do Paraguai, um professor, uma jornalista e uma estudante de arquitetura. Uma dona de casa e uma estudante de letras, brasileiras. Um texto bilíngue, espanhol e guarani, celebra a miscelânea. Assim é a edição 16 da Revista Escrita, babel de culturas, enlace de idiomas, mistura de sotaques e cores.

Página da Escrita 16, com a participação dos gaúchos Isis Araújo e Pablo Conde, ela estudante de Medicina, ele, ilustrador.

Andréa Palmar Almeida, uma das brasileiras radicada no Paraguai, comenta a sua primeira participação na revista. "Escrevo quado sinto necessidade de estravasar o que sinto. Algumas pessoas ja tinham elogiado o que escrevo, te confesso que nunca tive pretensões em ser uma poetisa. E, na verdade nunca tive um incentivo como esse que a Escrita está me dando. Penso que o trabalho de vocês é imprescindível à cultura, novos talentos poderão ser descobertos ou até mesmo se descobrirem!"

Já Sofi Gonzalez Gamez, paraguaia, de 22 anos e estudante de arquitetura, comenta sua arte fotográfica incluída na Escrita. "Achei muito legal o espaço que a Guata me deu, é uma forma bonita de mostrar como vejo através da minha lente e assim deixar uma lembrancinha minha em um país que não é o meu, mas que levo no coração mesmo".

Neste número, 36 autores compõem a revista, distribuídos em 40 páginas. Sempre tentando reunir formas, visões e idéias diferentes, há um grande número de “diferentes”, nesta Revista Escrita. De Pelotas, por exemplo, Isis de Araújo e Pablo Conde fazem uma parceria, texto e ilustração, inéditos, de um conto criado especialmente para a Escrita.

Pablo diz que achou ótimo conhecer o trabalho da Guatá, "considero que além de uma canal pra divulgar o trabalho da gente, a Escrita é também uma grande oportunidade de trocar informação com uma galera de fora do Rio Grande do Sul."

DE FORA, DE DENTRO - As "palavras" da escrita estão cada vez mais diversificadas na geografia. De Taubaté, por exemplo, a colaboradora da Guatá, Fábia Tonin, envia o conto “Kaô” para se alinhar com outro também bem humorado, de Tati Lopatiuk, uma iguaçuense que agora mora na capital paulista. Ainda do estado de São Paulo, Bruna Galvão, de Pindamonhangaba, comparece a uma das seções de “Epidemia de poesia”. A edição ainda conta com textos do Rio de Janeiro, da Bahia e do Paraná.

Na sessão “Olhos”, destaque para o iguaçuense Lalan Bessoni e suas ilustrações. Além dele e Pablo, Vania Piorezan participa com ilustração. Ainda estampam as páginas, as fotografias de Áurea Cunha, Caroline Lopes, Claimar Granzotto, Bell Oliveira, Harry Schinke, Lucia Misael e Fernanda Regina da Cunha.

Aliás, Fernanda assina um dos três textos opinativos da edição, discorrendo sobre a grande mídia e a sua falta de comprometimento com a boa informação, abordando a barbárie recentemente ocorrida no Rio de Janeiro. "É imprescindível que tenhamos a convicção de que todos os fatos têm um fundo gerador, minha tentativa foi abordar um pouco sobre este tema, discorrendo sobre aquilo que muitos utilizam para formar suas opiniões, ou seja, a imprensa."

Os outros dois textos opinativos são de Ben-Hur Demeneck, que desde Joinville, SC, opinou sobre o aniversário do golpe militar brasileiro e a necessidade de se abrir os arquivos do regime fardado. Já o professor Paulo Renato da Silva, da Universidade Federal da Integração Latino-Amerciana (Unila), tratou do movimento de cineclubes.

Do campus da Unila ainda comparecem três estudantes. A gaúcha Lisete Barbosa, da área de economia, escreve poesia, assim como Tony Vilasboas, enquanto que o uruguaio Gúsman lança uma prosa diferente, em espanhol.

Nesta Escrita 16, também tem a experiência do senhor Onofre Barbosa, aposentado da vizinha cidade de Cascavel, que conta um pouco de sua experiência de vida. A verve popular deste número se completa com o b-boy Edson Carvalho e a liderança indígena a Bahia, Juvenal Payayá.
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Círculo de leitura na Biblioteca Pública do Paraná

A Biblioteca Pública do Paraná, espaço da Secretaria de Estado da Cultura, recebe o projeto “Extremos – Círculo de Leitura de Ficções Radicais”, no período de 16 a 19 de maio. Criado pelo escritor e crítico literário, José Castello, e pelo músico e diretor teatral, Flávio Stein, “Extremos” consiste na leitura em voz alta de obras que desestabilizem o leitor e produzam interpretações e questionamentos sobre o mundo contemporâneo.

Para a sua primeira edição na Biblioteca Pública, José Castello e Flávio Stein farão a leitura em voz alta do romance “Um Copo de Cólera”, de Raduan Nassar, na íntegra, durante os quatro dias do evento, das 19h às 22h. Os interessados em participar devem enviar um e-mail informando o nome completo para oficina@bpp.pr.gov.br. A entrada é franca.

As leituras, que já acontecem no Rio de Janeiro, reúnem um público heterogêneo, de áreas profissionais diferentes e com as mais diversas experiências de vida e de leitura. Segundo Castello, não há nenhuma limitação quanto a quem possa participar. “É para o leitor comum. A exigência é gostar de ler e estar disposto a participar da discussão”, comenta.

De acordo com o escritor, o papel principal é do público, convidado a compartilhar, confrontar e agregar diferentes interpretações. “A ideia é que os participantes interfiram o tempo todo, nos interrompam a cada parágrafo para discutir o texto, associá-lo a situações cotidianas e discutir a vida contemporânea”, diz Castello.

“Extremos” já promoveu a leitura de autores como Carlos Drummond de Andrade, Franz Kafka, Clarice Lispector e Dostoiévski, entre outros.

Serviço:
Projeto Extremos – Círculo de Leitura de Ficções Radicais
Leitura de “Um Copo de Cólera”, de Raduan Nassar, com José Castello e Flávio Stein.
Data: de 16 a 19 de maio.
Horário: das 19h às 22h.
Local: Sala de Reuniões, no terceiro andar da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133. Centro – Curitiba-PR).
Entrada gratuita.
Mais informações: (41) 3221-4970.

18 de maio - Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

Seja um parceiro pela PAZ!
Uma das MAIORES violências é o muro do silêncio, precisamos ( nós, nossa comunidade, sociedade)

formar uma consciência para aprender a olhar, denunciar e romper com esse circulo de violência que tem acontecido aos nossos olhos, sem por vezes nos darmos conta.

Dia 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Não só nesta data, mas em todos os dias do ano precisamos estar mais atentos e agirmos.

"O que me preocupa não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos."

E você pode fazer a diferença na vida de uma ( ou mais) crianças, fortaleça esta Rede do Bem

Synthomas de poesia na infância - de Glória Kirinus

Lançamento- Sábado 21 de maio.

Synthomas de poesia na infância é resultado de pesquisa e trabalho de muitos anos da poetisa e especialista em literatura, Gloria Kirinus, sobre a criança que nasce com potencial criativo, intuitivo e intelectual e que, muitas vezes, é incompreendida por pais, educadores e profissionais da saúde que identificam nela sintomas de transtornos (Déficit de Atenção - DDA ou Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAH).

Através de depoimentos, relatos, entrevistas e experiências, a autora, sem duvidar dos estudos médicos sobre tais transtornos, argumenta que nem toda criança que foge do padrão normal de comportamento deve ser tratada como caso clínico. "Mas as crianças não aprendem" ou "Mas as crianças ficam distraídas" são preocupações válidas, mas não podem ser confundidas com a alegria entusiasmada e eufórica da infância livre e sem preocupações.

RESENHAS

Obra propõe que os "Synthomas de poesia na infância" se anunciem com entusiasmo pela voz dos professores e pais

Gloria Kirinus lança um alerta: para compreender o universo infantil, basta deixar a criança voltar a ser criança

Que os Synthomas de poesia na infância não fiquem recolhidos no estanque escuro da desatenção, mas que se anunciem com entusiasmo pela voz dos professores e pais, e que estes duvidem mais das ondas, dos rótulos e modismos que paralisam o saber poético.

A infância de hoje está forrada de rótulos - hiperativa, distraída, impulsiva, rebelde... Geralmente, a criança que nasce com potencial criativo, intuitivo e intelectual é incompreendida por pais, educadores e profissionais da saúde, que identificam nela sintomas de transtornos (Déficit de Atenção - DDA ou Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAH). A prova é que nunca se fez tanto encefalograma na tentativa de decodificar pensamentos e desvios das crianças.

Nem toda criança que foge do padrão normal de comportamento deve ser tratada como caso clínico. É o que defende a poetisa e especialista em literatura, Gloria Kirinus, na obra Synthomas de poesia na infância, mais um lançamento de Paulinas Editora. Sem duvidar dos estudos médicos sobre tais transtornos, Gloria mostra, por meio de depoimentos, relatos, entrevistas e experiências, que a dificuldade de aprender, a distração são preocupações válidas, mas não podem ser confundidas com a alegria entusiasmada e eufórica da infância livre e sem preocupações.

E por que synthomas? Em vez de reduzir o signo “sintoma” a uma terapia negativa, atrelado ao combate, a grafia “synthoma”, escolhida por Gloria, ganha uma percepção simbólica alinhada à arte, já que syn-thoma se traduz naquilo que é lançado ou aquilo que coincide. Assim synthomas de poesia se despe da insinuação de algo negativo para se apresentar como algo que se alinha, que coincide com o imaginário. Neste caso, a poesia. Segundo a autora, a poesia está presente desde os primórdios da Humanidade e é na infância que o estar poeta se apresenta espontaneamente. Texto descomplicado, com situações e relatos engraçados, Synthomas de poesia na infância resgata a criança natural que cresce embalada pela poesia.

Título: Synthomas de poesia na infância
Autora: Gloria Kirinus
Coleção: Re-significando linguagens
Formato: 15,5 x 23,0
120 págs.
Cód.:518301 - ISBN: 9788535627534
Preço: R$ 24,70

Peça de Paulo Biscaia no Teatro Guaíra

Roda de Choro no Conservatório de MPB

Museu Guido Viaro apresenta: Caminho Vaikuntha

Teatro | Homem Palco conta lendas do Brasil

Durante o mês de maio, a Cia Karagozwz se apresenta aos domingos,
às 11h, no Teatro do Piá - entrada franca

Venha conferir !

Agenda Cultural de 13 a 19 de maio de 2011

clique sobre a imagem e
confira a programação para esta semana !

A música paranaense é o tema do programa "Nossa História"

A música paranaense é o tema do programa "Nossa História" AO VIVO neste sábado, 7 da noite, na rádio E-Paraná Am 630.

Certamente foram de índios catequizados por jesuítas os primeiros sons musicais ouvidos em terras paranaenses.
Pequenas flautas, rabecas , instrumentos rústicos acompanhavam cantos das procissões e festas religiosas.
Com a chegada dos primeiros imigrantes, um nome de pioneiro alemão logo se destaca: Augusto Stresser, que nos legaria a primeira ópera paranaense de que se tem notícia, "Sideria". E muitos foram os nomes ligados á música a partir de então, descendendo de italianos, poloneses e povos que nos colonizaram e trazendo a cultura musical em suas tradições.
Na segunda parte do programa, a novíssima geração de músicos também será lembrada, comprovando que Curitiba e o Paraná são hoje um "mix" de todos os ritmos, consequência da multiplicidade étnica.
A produção e apresentação são de Zélia Sell e Guilherme Nascimento e o programa também poderá ser ouvido pela internet acessando:
www.rtve,pr,gov.br
Mais informaçõe no blog:

terça-feira, 10 de maio de 2011

Poesia do Brasil: Ferreira Gullar autografa o Volume 11.

Abaixo fotos do momento em que o poeta Ferreira Gullar, homenageado do XVIII Congresso Brasileiro de Poesia, recebeu de Claudia Gonçalves (Cacau) exemplares da antologia e também do momento em que ele autografou um exemplar para o acervo do evento.

Lembramos que as inscrições para participação do volume 13 já estão abertas, cuja circular você lê em tópico próprio abaixo.

Esperamos contar mais uma vez com a participação de vocês, lembrando que o XIX Congresso Brasileiro de Poesia acontecerá de 3 a 8 de outubro próximo

abraços
Ademir Antonio Bacca




Clique sobre as imagens para visualizá-las em seu tamanho original

ACADEMIA PAN AMERICANA DE LETRAS E ARTES INFORMA:

APALA - ACADEMIA PAN AMERICANA DE LETRAS E ARTES
Fundada em 12 de agosto de 1981
Rio de Janeiro, 04 de maio de 201

Carissimos Confrades,

Neste ano de 2011, nosso sodalício completa 30 anos. Como parte da programação de aniversário, publicaremos a X Antologia e realizaremos 4 concursos literários. Serão instituídas medalhas em homenagem aos 04 presidentes do quadro “In Memorian”.

a) Publicação da X Antologia da APALA, intitulada: “ANTOLOGIA DE 30 ANOS”

Livro com 112 p. capa em cores, plastificada fosca, no cartão 350 gramas (mais durinho do que o dos livros em geral, que é de 250 gramas), miolo em couchê 80 gramas, formato 14 x 21cm.

Os textos poderão ser em verso ou em prosa, fonte “Times New Roman, tamanho 12”. Trinta linhas por página. Mande uma pequena biografia, no máximo 05 linhas. Valor da página R$ 120,00. O autor receberá 8 livros por cada página que participar. Depositar na conta: BRADESCO - Agência 1546 – 6 Conta corrente 10332-2 . Enviar o comprovante de depósito junto com os textos. Se preferir, mande um cheque nominal cruzado para Benedita Silva de Azevedo, até 30 de maio de 2011.

Regulamento para os concursos

b) XI Concurso de Poesia da APALA “Medalha Dylma Cunha de Oliveira”

TEMA: Audácia - Cada participante poderá concorrer com apenas uma poesia inédita, de sua própria autoria, em Língua Portuguesa, com no mínimo, 10 versos e no máximo, 30, usando pseudônimo como assinatura. Remetente: XI CONCURSO DE POESIA DA APALA.

c) IV Concurso de Crônicas da APALA “Medalha Luiz Ivani de Amorim Araújo” (mini crônica – no máximo 30 linhas)

TEMA: Coragem - Cada participante poderá concorrer com apenas uma Crônica inédita, de sua própria autoria, em Língua Portuguesa, com no máximo 30 linhas, usando pseudônimo como assinatura. Remetente: IV CONCURSO DE CRÔNICA DA APALA

d) I Concurso de Trovas da APALA “Medalha Francisco Silva Nobre”

TEMA: Fortaleza - Cada participante poderá concorrer com apenas uma TROVA (lírico-filosófica) inédita, de sua própria autoria, em Língua Portuguesa, usando pseudônimo como assinatura. Remetente: I CONCURSO DE TROVA DA APALA

e) I Concurso de conto da APALA “Medalha Eduardo Victor Viscont” (mini-conto – máximo 30 linhas)

TEMA: Cultura - Cada participante poderá concorrer com apenas um Conto inédito, de sua própria autoria, em Língua Portuguesa, com no máximo 30 linhas, usando pseudônimo como assinatura. Remetente: I CONCURSO DE CONTO DA APALA

1 - Poderão participar todos os poetas e escritores brasileiros ou dos países de Língua Portuguesa, com idade superior a 18 anos.

2 – Os textos de todos os concursos deverão ser enviadas em 03 vias, digitados ou datilografados, em papel A 4, sem timbre ou qualquer identificação, espaço 1,5 , fonte 12 Times New Roman, em envelope grande. Em um envelope pequeno, lacrado, envie, nome, pseudônimo, endereço postal e de e-mail, telefone e um mini currículo de 10 linhas. O envelope pequeno deve seguir junto com os textos, dentro do envelope grande. Enviar até 30 de setembro de 2011.

3. Para onde enviar:

A/C de Benedita Azevedo
Rua Carlos Franco, 179, Praia do Anil
25.930 – 000 Guia de Pacobaíba, Magé – RJ – Brasil
4. . Classificação: OURO, PRATA, BROZE e 3 menções Honrosas

6. Os trabalhos classificados serão lidos pelos autores ou pessoas indicadas por eles ou pela Diretoria. Não podendo ser membro da Diretoria. O melhor declamador também receberá a Medalha referente ao concurso que participa.

5. . Cada intérprete só poderá defender um trabalho.

6. Os trabalhos enviados não serão devolvidos

7. O julgamento será feito por uma comissão instituída pela Presidência da APALA

8. O resultado e entrega dos prêmios realizar-se-ão no dia 09 de dezembro de 2011.

9. Os poemas premiados serão publicados na Antologia da APALA de 2012. A sua participação no Concurso já nos autoriza a publicar seu texto. Cada autor classificado receberá 3 exemplares, a título de direito autoral, nada mais lhe cabendo reclamar ou reivindicar.

Atenciosamente
Benedita Azevedo - presidente
www.beneditaazevedo.com
benesazevedo@yahoo.com.br

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Lau Siqueira lança Poesia sem pele em Curitiba, dia 10 de maio

O poeta gaúcho Lau Siqueira, que vive na Paraíba, estará em Curitiba para o lançamento de Poesia sem pele, segundo volume da Série Cidade Poema, voltada a poetas participantes do projeto homônimo. Lau autografa o livro a partir das 19h de amanhã (10 de maio), no Brooklyn Coffee Shop - Rua Trajano Reis, 389, Bairro São Francisco.

Generosamente citado por críticos e escritores em diversos estados, Lau Siqueira foi um dos poetas publicados pela antologia "Na virada do século – poesia de invenção no Brasil", lançada pela Editora Landy (SP), em 2002. Os organizadores, também poetas e críticos Frederico Barbosa e Cláudio Daniel reuniram nesta antologia, nomes importantes da poesia contemporânea, como Arnaldo Antunes e Glauco Mattoso e até poetas que até então eram inéditos. Para Frederico Barbosa, "Lau trilha um caminho infelizmente raro na poesia brasileira contemporânea: o da experimentação sem preconceitos e a busca de uma dicção aparentemente espontânea, mas que é fruto de um intenso trabalho com a linguagem. Lição que nos deixaram poetas como Carlos Drummond de Andrade (nos seus melhores momentos), Manuel Bandeira e Mário Quintana."

Poesia sem pele sai pela Caska Verde e dá prosseguimento à série inaugurada em outubro de 2010 com O livro das fraquezas humanas, de Pedro Stiehl. Com edição de Laís Chaffe, design gráfico e capa de Auracebio Pereira, Poesia sem pele já foi lançado durante a FestiPoa Literária, na Mostra Artistica Cabaré do Verbo, com presenças de vários poetas e músicos. Depois de Porto Alegre e Curitiba ( 10 de maio), Lau Siqueira faz lançamento em João Pessoa (18 de maio).

O projeto Cidade Poema, que começou em 2009, tem como objetivo colocar a literatura na vitrine, em ações que vão de outdoors a ímãs de geladeira, de minimetragens poéticos a bolachas de chope, passando por exposições, performances, busdoors, lançamentos de livros impressos e e-books. Neste ano, as parcerias com a FestiPoa incluem, além do lançamento de Poesia sem pele, a exposição de fotos e ilustrações Cidade Poema, na Câmara Municipal até 27 de maio.

Poemas do livro Poesia sem pele:

conceito

não alongo
poemas
apenas curto
no máximo
s u r t o

***

viver é delicado
argumento de samba
sentimento de fado

LAU SIQUEIRA

Para conhecer mais sobre Lau Siqueira e sua poesia acesse:
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Serviço:
O QUE: lançamento de Poesia sem pele (Casa Verde, 2010, 72p)
QUEM: LAU SIQUEIRA
QUANDO: 10 de maio de 2011, terça-feira, a partir das 19h
ONDE: Brooklyn Coffee Shop -
Rua Trajano Reis, 389, São Francisco.Curitiba
ISBN: 978-85-99063-14-9

Museu Guido Viaro apresenta: Quarteto Zenamon

Dia: 10 de maio de 2011, às 20:30 hs. Entrada Franca

O Quarteto Zenamon é formado pelos violonista Allan Kolodzieiski, Vinicius Jacomin, Jean Barcelos e Walmor Boza.

Programa:
Jaime Zenamon
Sonata Tropical
- 1º movimento - Caatinga

Jaime Zenamon
Pequenas Jóias
- Tschas Tschas bah
- Habanero
- 12 o'clock
- Caverna Blanca
- Dos por cuatro
- Acarajé

Leo Bouwer
- Paisagem Cubana com Chuva

Leo Bouwer
- Fantasia dos Ecos (Ola, o che bon'eccho - Orlando di Lassus)

Celso Machado
- Ponteio
- Catira

Local: Museu Guido Viaro
Rua: XV de Novembro, 1348 ( Em frente á Reitoria da UFPR)
Fone: 3018-6194

Espetáculo ...OUOQQUISERDES com a Cia do Ator Cômico no Teatro José Maria Santos

Clique sobre a imagem para visualizá-la em seu tamanho original.
Montagem dirigida por Mauro Zanatta, “...OUOQQUISERDES” coloca em cena a obra “Noite de Reis” de William Shakespeare através da linguagem das máscaras

Depois de “Contas Diárias”, espetáculo encenado támbém com máscaras inteiras e que rendeu prêmios e indicações à companhia, além de participações em festivais de teatro em todo o território nacional, o grupo partiu para a adaptação de um texto clássico.

A Companhia do Ator Cômico resolveu propor um desafio a ela mesma: deixar William Shakespeare "sem palavras". As emoções e sentimentos contidas nos textos do dramaturgo inglês foram transportadas para um espetáculo em que os atores não falam. A peça “...OUOQQUISERDES” volta em cartaz no dia 4 de maio, no Teatro José Maria Santos após sessões lotadas em outubro do ano passado no Teatro da Caixa.

A montagem utiliza máscaras inteiras e é baseada no texto Noite de Reis (Ou o que Quiserdes), de William Shakespeare, uma comédia romântica que conta a história de um triângulo amoroso e muitos enganos.

Em ... OUOQQUISERDES, uma brincadeira com o subtítulo da obra, esses desencontros amorosos são conduzidos por uma trilha sonora executa ao vivo, onde os músicos guiam o espectador pela história.

Um espetáculo que vai encantar o público de todas as idades.

SINOPSE
Um casal de irmãos gêmeos (Viola e Sebastião) se separam por ordem do destino. A jovem Viola, ao chegar em terras estranhas, se disfarça de homem e vira mensageiro do Duque Orsino, que utiliza-o para enivar recados para a sua amada, Olívia. Ela, porém, não retribui o amor do Duque. Olívia acaba se apaixonando por Viola, pensando que ela é um homem, que por sua vez se encanta com o duque. Confusão estabelecida, tendo os serviçais deste reino uma importancia crucial para esses enganos acontecerem, e se tornarem bastante ridículos e por sua vez muito engraçados. Tudo só é resolvido quando Sebastião, o irmão gêmeo que Viola pensava ter morrido na separação, também chega a esse reino.

SERVIÇO:

...OUOQQUISERDES (projeto Noite de Reis)

De 04 a 22 de maio de 2010

Teatro José Maria Santos (rua Treze de Maio, 655)

Horários: de quarta a sábado, às 21h - domingos às 19h

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (estudantes, idosos, portadores do cartão Teatro Guaíra, clientes CAIXA)

Bönus:
Compre seu ingresso antecipado na Bilheteria do Teatro Guaíra e pague R$ 10,00 apresentando este bönus.
Informações: (41) 3322-7150

FICHA TÉCNICA
Direção Geral: Mauro Zanatta
Preparação de atores: Mauro Zanatta
Direção Musical: Paulo Demarchi
Músicos: Paulo Demarchi, Henrique Dronneau e Melissa Anze
Dramaturgia: Flavio Stein, Gabriel Rachwal e Mauro Zanatta
Atores / Criadores: Camila Jorge, Edran Mariano, Hique Veiga, Frank Sousa, Luana Godinho e Jussara Batista
Cenário: Alfredo Gomes
Máscaras: Mauro Zanatta (criação), Polako (desenho), Daniel Feliz e Mauro Zanatta (confecção)
Figurino: Paulo Vinicius
Adereços: Alfredo Gomes e Paulo Vinicius
Costureira: Sonia Franco
Iluminação: Wagner Correa
Design Gráfico: Adriana Alegria
Fotografia: Mariana Brandão
Assessoria de Imprensa: Fineza Comunicação e Cultura
Direção de Produção: Edran Mariano
Realização: Ator Cömico Produções Artísticas.
Incentivo: CAIXA