

O conjunto fala por si e creio que tiramos de letra, permitindo o trocadilho que, aliás, já virou conceito e identidade da Guatá.
Nas outras páginas um time de fazer inveja, que vai do iguaçuense Nilton Quoirin até gente do Acre, Minas e Brasília.
Do Paraná, claro, Fábio Campana continua contando quimeras de nuestra América. Nilson Monteiro nos oferece sua poesia "pé vermelho". Como homenagem ao escritor Wilson Bueno reproduzimos a última crônica que ele escreveu para a revista Idéias, dias antes de morrer.
A mídia, ferramenta de conversão de realidade em ficção, e vice-versa, é abordada pela jornalista e mestre em Comunicação, Denise Paro.
Nesta 13, a sonoridade da língua espanhola também foi utilizada, em prosa e verso, por Gabriela Cuenca e Claudio Salvador. Ela, paraguaia. Ele, argentino. Uma estudante de Direito e um jornalista. São dali, de depois das Pontes, e, como vizinhos, resolveram jogar neste combinado também.
Pois sejam bem-vindos, todos. Boa leitura! (Guatá)
Fonte:Guatá
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