
A poesia de Isabel S. Ribas:
Urbanas Cerejeiras
Ao fundo um som de gente.
E nos olhos uma visão
que domina a alma .
Baila em mim,
saltimbanco e acrobático, um sorriso.
Com calma,
mas cheia de magia, gingado e extraordinária estripulia
nos meus olhos,
uma dança ocorre.
Em algum canto, no cérebro, se agita um guizo...
Sem senões nem agonias,
baila meu coração
nesta dança de euforia.
Unânimes, em ciranda, entrelaçadas,
a alegria
e, do meu viver,
esta momentânea magia olham.
Tanta beleza...
Dizem: Deus, só Ele! Só.
Terá criado tais flores, as da cerejeira,
obra prima eterna da natureza!
*
Criatividade do Recriar.
Criar...Verbo digno de imitação.
Quase semelhante a editar...
Trás ao Homem a lembrança,
sublime e absoluta, da divina criação.
Certa forma de legado. Uma herança...
Seis dias de labor, um de descanso e oração.
E nestes sete, em exercício permanente,
a todo instante, subjetiva mas premente,
no ser humano,
a necessidade de recriar.
O que Deus, com sua majestosa obra
já nos legou como lição!
Urbanas Cerejeiras
Ao fundo um som de gente.
E nos olhos uma visão
que domina a alma .
Baila em mim,
saltimbanco e acrobático, um sorriso.
Com calma,
mas cheia de magia, gingado e extraordinária estripulia
nos meus olhos,
uma dança ocorre.
Em algum canto, no cérebro, se agita um guizo...
Sem senões nem agonias,
baila meu coração
nesta dança de euforia.
Unânimes, em ciranda, entrelaçadas,
a alegria
e, do meu viver,
esta momentânea magia olham.
Tanta beleza...
Dizem: Deus, só Ele! Só.
Terá criado tais flores, as da cerejeira,
obra prima eterna da natureza!
*
Criatividade do Recriar.
Criar...Verbo digno de imitação.
Quase semelhante a editar...
Trás ao Homem a lembrança,
sublime e absoluta, da divina criação.
Certa forma de legado. Uma herança...
Seis dias de labor, um de descanso e oração.
E nestes sete, em exercício permanente,
a todo instante, subjetiva mas premente,
no ser humano,
a necessidade de recriar.
O que Deus, com sua majestosa obra
já nos legou como lição!
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